• Estados Unidos

    Napa Valley o que fazer: ROTEIRO DE ÔNIBUS

    Se está afim de ir pro Napa Valley e não quer alugar carro para fazer as vinícolas porque vai beber e não quer gastar muito com um tour ou carro para ir até as vinícolas confere esse post!

    Nós tomando um bom vinho no Napa Valley

    Vamos desgoumertizar (se é que essa palavra existe) o Napa Valley, visitamos as vinícolas de ônibus e não foi perrengue!

    Infelizmente o Google.maps não nos mostra opção de como usar o ônibus, mas ele passa de hora em hora e é bem fácil. Você pode conferir todos os ônibus da região no site oficial, lá também tem os horários e rotas. Veja as rotas mais longas disponíveis.

    Rotas de ônibus no Napa Valley

    Como vocês podem ver a rota 10 é a mais longa delas e onde está marcado Soscol Gateway Transit Center é a rodoviária da região. Foi lá que chegamos de ônibus de San Francisco, fomos de BART (tipo um metrô) até a estação El Cerrito del Norte e lá pegamos o ônibus 29.

    Onde nos Hospedamos

    Nós ficamos hospedados em Napa mesmo, a primeira cidade da região e a maior delas (ficamos no Hawthorn Suites by Wyndham) ele fica perto do ponto da Kansas Avenue, ou seja, foi escolhido principalmente por isso. De lá fomos a pé até o centrinho da cidade para conhecer os restaurantes e as lojinhas.

    O Ponto da linha 10 mais próximo ao nosso hotel.

    A hospedagem foi bem agradável e o café da manhã farto, quando fomos ainda tinham algumas restrições em relação à pandemia e você solicitava o café na noite anterior, na manhã seguinte buscava para comer no quarto.

    Emitimos com pontos Azul, mas ele também está disponível no booking. Bem perto tem alguns comércios como a Marshalls, o Chipotle (rede de fast food), a MOD Pizza, o KFC. Talvez não seja a localização perfeita ou o hotel mais legal por lá, mas funcionou bastante pra gente.

    Napa Valley o que fazer: Dia 1

    No primeiro dia logo cedo pegamos o ônibus 10, você pode conferir os horários aqui, com direção ao norte para ir até a Robert Mondavi. Ele saia a menos de 2 minutos caminhando do hotel, era bem fácil.

    Para a degustação na Robert Mondavi fizemos a reserva com antecedência e a opção com 4 vinhos custou 60$. Os dois primeiros não gostamos muito, mas os dois últimos eram muito bons!

    Degustação de vinhos na vinícola Robert Mondavi

    Depois voltamos no ponto que descemos e pegamos o mesmo ônibus 10 em direção à V Sattui. Essa vinícola tem um preço bem acessível e um mercado, onde você pode comprar produtos pra fazer um picnic no seu jardim. Nós optamos por não fazer a degustação lá mas compramos várias coisas pra fazer um picnic bem gostoso e relaxar um pouco. O lugar é lindo e tem toda uma estrutura para isso.

    Área de Picnic da V. Sattui onde almoçamos

    Depois da barriguinha cheia fomos caminhando até a Hall, uma vinícola bem moderna e com ambientes lindos para fotografar. Você pode escolher fazer mais uma degustação ou apenas pedir uma taça de vinho e aproveitar o ambiente lindíssimo!

    A vinícola Hall tem ambientes lindos para fotografar

    De lá pegamos o ônibus de volta para o hotel, o mesmo número 10, mas com o sentido Sul.

    Napa Valley o que fazer: Dia 2

    No dia seguinte tínhamos visita agendada na Castello di Amorosa, os vinhos não são tão famosos (mas achamos bem gostosos) e o ambiente impressiona, afinal é um castelo estilo medieval no meio da Califórnia! Fomos com o mesmo ônibus número 10, só que agora o trajeto é mais demorado.

    Castello di Amorosa, uma das vinícolas do Napa Valley

    Escolhemos a degustação com chocolates e custou U$75 já com as taxas incluídas. Foi uma delícia, contudo aquantidade de vinho servida é bem pouca. De qualquer forma deu pra harmonizar com os chocolates e foi um show de sabores.

    Nós esperando a degustação com chocolates do Castello di Amorosa

    Antes de entrar na vinícola vá até o letreiro do Napa Valley (achou que só porque estava de ônibus não ia ter uma foto ali!) depois suba para a vinícola.

    Nosso foto com o letreiro

    Ainda dava pra encaixar mais uma vinícola, mas tínhamos que voltar pra São Francisco! Voltamos com o mesmo ônibus 10.

    Quais vinícolas conhecer?

    Antes de tudo nós decidimos quais vinícolas conhecer usando o post completíssimo do Ideias na Mala, lá tem várias informações sobre vinícolas que ela já visitou. Foi um misto de interesse pela vinícola e a facilidade de acesso a partir do ônibus.

    Eu recomendo no máximo 3 vinícolas por dia e pra ficar um roteiro bem gostoso eu recomendo 2 por dia. Aí quanto tempo ficar vai mais de você e do seu interesse, mas gente passar de 4 dias nessas regiões visitando vinícolas todo dia já cansa, preferimos mesclar com outros atrativos da região.

    Não perdi a oportunidade de experimentar uma uvinha!

    Valeu a pena?

    Primeiramente não vamos negar que você tem uma facilidade de acesso reduzida, caso estivesse com um carro você teria acesso a algumas vinícolas mais distantes da rota principal e poderia ter uma experiência diferente.

    Mas o fato de poder beber tranquilamente e gastar pouco fizeram valer muito a pena. Com certeza se voltasse ao Napa Valley faria dessa forma novamente.

    Não deixe de conferir!

    Roteiro de 3 dias de San Francisco

  • Diversos, Tutoriais

    Aluguel de Motorhome: locação barata pelo site Imoova

    Estávamos nos EUA em pleno verão e quando a pandemia começava a dar sinais de melhora, era uma época perfeita para explorar os parques da região da Costa Oeste. Logo pensamos no aluguel de motorhome para explorar a região, porém nem sempre os preços são convidativos.

    Resolvemos testar o serviço de relocação de carros, em outras palavras é do que uma locação de veículo porém com data e saída definidas e destino certo.

    As empresas oferecem o veículo por um valor bem abaixo dos praticados pelo mercado porque a intenção dela não é vender o serviço de locação, mas sim que você leve o carro no destino que eles precisam.

    Nós na Rota 66

    Como funciona a relocação de veículos?

    Vou exemplificar melhor, você está de férias com sua família pela Costa Oeste dos EUA e resolve alugar um Motorhome para ir de São Francisco até Las Vegas.

    Sua intenção não é voltar para São Francisco e sim terminar sua viagem em Las Vegas, para isso você paga uma taxa extra e deixa o carro em outra filial da empresa de locação de veículos.

    A empresa precisa retornar o veículo para São Francisco, contudo não há muita demanda na rota Las Vegas – São Francisco, portanto ela oferece benefícios para quem quer levar o veículo de volta.

    Motorhome no Camping do Sequoia National Park

    Quanto custa o aluguel de Motorhome?

    Os carros normalmente custam de U$1 a U$10 por dia, sim, eu não errei a digitação. Um aluguel de motorhome que chega custar U$180 a diária, sai por apenas U$1, e algumas empresas dão até um voucher de combustível.

    Contudo nem tudo são flores e esses carros tem além da origem e destino definidos também tem datas definidas e quantidade de diárias limitadas. Frequentemente é uma faixa de data que tem uma flexibilidade de até uma semana, porém o mais comum é de apenas 1 ou 2 dias e nem sempre são divulgados com muita antecedência.

    Onde encontro aluguel de Motorhome barato?

    Os carros não são oferecidos pelos sites das locadoras que conhecemos e sim por um parceiro. Um dos melhores sites que juntam as ofertas é o Imoova, que foi o que utilizamos para encontrar nosso aluguel de Motorhome.

    O Imoova tem o serviço de aviso no site, mas é sempre bom estar de olho pois não funciona tão bem. Nós olhávamos todos os dias, até que um dia apareceu!

    Tudo isso é difícil conciliar em umas férias corridas, mas com um pouco de flexibilidade você consegue. Não é sempre que esses carros estão disponíveis. Em alta temporada pode ser mais fácil de ter disponibilidade pois há também uma alta demanda de turistas fazendo os trajetos mais clássicos.

    Nosso Motorhome alugado em San Francisco

    Principais Dicas:

    Agora vamos às principais dicas:

    • Tenha flexibilidade nas suas datas, com isso á mais fácil encaixar os dias disponíveis dos carros
    • Coloque aviso nos sites parceiros, como o Imoova
    • Tenha flexibilidade no seu roteiro, nem sempre vai dar pra fazer todos os pontos que deseja
    • Busque cidades próximas a que você estará
    • Olhe a disponibilidade pelo país antes mesmo de viajar, nesse meio tempo você terá uma noção das rotas mais comuns e conseguirá ter uma ideia de planejamento.

    Quer saber mais?

    Quer saber como foi nosso processo de locação pelo Imoova? Clique aqui.

    O Euclides e a Lu do blog Casal a Bordo comercializa um E-book sobre motorhomes completo. Para saber mais clique aqui.

    Nossa viagem terminou em San Francisco! Aqui tem um roteiro de 3 dias pela cidade.

  • Diversos

    Encerramento da Maratona BEDA

    E chegamos ao final do mês de agosto, e com isso o final da nossa Maratona de posts todo dia do BEDA. Como vocês puderam ver eu infelizmente não postei todo dia. Achei que daria pra passear o dia inteiro por aqui e blogar a noite.

    Passamos o mês de agosto inteiro aqui na França, uma semana na região de Lavandas de Provença, e mais 25 dias em Paris! Como é a segunda vez que a gente veio pra cá em menos de um mês achei que a Soraya ia pegar leve na programação, mas grande engano! Vários dias chegamos em casa depois das 21hs! Também achei que fazer um post do blog levaria cerca de 1 hora, e não consegui fazer nenhum em menos de 3 horas!

    Enfim, a maratona me serviu pra dar mais valor aos blogueiros que são a fonte de conhecimento durante as viagens. Percebi que quando tava lá em um museu, de frente a um quadro e queria saber mais sobre ele, jogava no google e tinha um artigo de um blog específico sobre aquilo! Isso é incrível!

    Vamos continuar postando aqui, provavelmente não todo dia, mas pelo menos um ou dois por semana!

    O que foi a Maratona de Posts BEDA?

    Maratona de Posts – BEDA

    Dia 31 de Agosto é considerado o dia do blog! Este dia foi escolhido pela data parecer com a palavra BLOG (lembra da linguagem nerd da época de Matrix?? BLOG = 3108). Para se preparar para o grande dia surgiu o movimento “BEDA – Blog Everyday August” que, como o próprio nome já diz, é um desafio para os blogueiros postarem todos os dias.

    Quem participou desta loucura de Maratona?

    Blog Qualquer Latitude

    Qualquer Latitude

    Um blog sobre a atitude de viajar, cheio de dicas de intercâmbio, mochilão e até trabalho na Disney e carreira internacional. O blog faz reflexões sobre aquilo que aprendemos e sentimos quando viajamos, além de proporcionar o um apoio psicológico especializado em quem está no exterior. É um blog para pessoas ambiciosas, sonhadoras e determinadas que entendem que viajar é história, geografia, arquitetura, gastronomia, autoconhecimento, quebra de preconceitos… que são abertas ao mundo e querem ser a mudança!

    Blog De Lugar Nenhum

    De Lugar Nenhum

    Um blog que te leva pra viajar de lugar nenhum pra todo lugar. Um brasileiro que deixou o país aos 40 anos para ver o mundo e que hoje vive em Barcelona. Viagens sem romantização. No nosso blog você encontra todo tipo de viagens, planejamento de sabático, podcasts, gastronomia e muita diversão.

    Blog Inda Vou Lá

    Inda Vou Lá

    Nossa paixão por planejar viagens nos levou a criar o blog em 2009, quando viajar ainda não era uma constante em nossas vidas. Hoje, nossa maior missão é ajudar cada pessoa a desenhar viagens que traduzem aquilo que elas são. Acreditamos que planejar é preciso e não seguir o planejamento à risca, também.

    Blog Mapa de Viajante

    Mapa de Viajante

    O Blog Mapa de Viajante foi criado para mostrar que é possível viajar para qualquer lugar do mundo por conta própria! Por isso, gosto de escrever sobre roteiros e dicas de todos os destinos que já visitei e mostrar como faço para organizar as minhas viagens! Nosso objetivo é ensinar aos viajantes como viajar mais e melhor!

    Blog Elizabeth Werneck

    Elizabeth Werneck

    Um blog para quem curte viajar com charme e gosta de vivenciar o destino como um verdadeiro local. Experimentando os sabores, sentindo os aromas típicos e experienciando a cultura, os costumes e a maneira de viver em cada canto deste planeta maravilhoso. E agora viaja em família e tem como lema de vida: se em todos os lugares do mundo existem crianças, a minha criança viajante pode ir para qualquer lugar. Então o blog é um espaço para incentivar outras famílias a viajar com crianças em qualquer idade e para qualquer parte. 

    Blog Viaje sem pacote

    Viaje sem pacote

    Um blog para quem curte conhecer os destinos por conta própria. Mais do que o aspecto financeiro, o que me estimula a viajar de forma independente é ter a liberdade de fazer o roteiro do meu jeito. O resultado disso são muitas dicas e destinos de viagens que compartilho com pessoas que priorizam viajar sem pacote. 

    Blog Descobrir Viajando

    Descobrir Viajando

    O blog Descobrir Viajando surgiu com o intuito de mostrar aos outros a beleza de alguns sítios e quais os pontos de interesse mais relevantes, bem como a sua história. Ao mesmo tempo que pretende dar dicas para proporcionar a todos as viagens dos seus sonhos.

    Blog Orlando for all

    Orlando for all

    O blog Orlando For All nasceu em 2015, trazendo à tona meu segundo sonho profissional, que era trabalhar na Disney. O primeiro sonho, eu vivo há quase 20 anos, que é voar como comissária de bordo. Juntando tudo isso, a experiência em viajar, com a execução dos roteiros e a paixão pela Disney, o Orlando For All veio pra facilitar a vida de quem deseja conhecer, por conta, a cidade, seus parques, fazer compras, provar as comidas e lanches americanos, e criar memórias fantásticas para o resto da vida!

    Blog Seja CEO

    Seja CEO

    Uma plataforma de conteúdo para empreendedores e influenciadores digitais que buscam liberdade financeira e poder trabalhar de qualquer lugar do mundo. Em nosso site, você encontrará estratégias para ganhar dinheiro na internet e dicas viagens para explorar o Brasil e o Mundo.

    Blog Viaje Cartesiano

    Viaje Cartesiano

    O Viaje Cartesiano é um projeto criado por pessoas que desejam conhecer o mundo de forma responsável e imersiva. Acreditamos que uma viagem é um ato filosófico, uma ação transformadora e uma maneira ativa de entender o mundo. Viajar deve ser visto como uma prática carregada de sentido, uma troca de culturas e uma fonte de conhecimento, que consumamos ao entrar em contato com a História, a cultura, a arquitetura, a gastronomia, as festas tradicionais, a música, a arte, a natureza, e tudo mais que este “outro” possa oferecer. Somos apreciadores do conceito Slow Travel, e gostaríamos de poder mostrar como isso nos tem ajudado a compreender melhor e a respeitar mais o mundo e a nós mesmos.

    Blog Viajando com Moisés

    Viajando com Moises

    No meu blog faço conteúdo de turismo ficando em viagens econômicas. Como é um blog iniciante estou focando no turismo regional pois é mais fácil do que falar de lugares mais badalados.  Acredito que viajar é a razão que viemos ao mundo. Com este projeto espero levar meu conteúdo a mais pessoas.  

    Blog ViajaTerapia

    ViajaTerapia

    Um blog para compartilhar dicas e experiências de viagem dos lugares e restaurantes visitados, para ajudar quem possui planos para os mesmos destinos. Adoramos muito os parques da Disney (não só de Orlando – EUA), mas o blog possui bastante conteúdo de outros países e opções de passeios para viagens curtas pelo Brasil. De tanto me empolgar ao passar dicas e montando roteiros para amigos quando me pediam sobre algum destino, resolvi ouvir as sugestões e criar um blog. Hoje escrevo com mais uma pessoa, viagens focadas em casais sem filhos. O nome vem de reflexões feitas antes/durante/após as viagens, que fazem adquirir conhecimento não só sobre o destino e cultura local, mas especialmente, rever e atualizar nosso auto conhecimento. Viajar é a melhor terapia!

    Créditos da identidade visual do BEDA

    Mariana Holtz estudante de design na Parsons New York. Mariana trabalha com ilustração de jogos e animações como o Geo Gravity e o The Magic Pencil, também já ilustrou livros infantis como o “imagine” além de ter um projeto de histórias em quadrinhos contra fake news o Camaleão Leo Instagram @Mah_artz

  • Diversos

    BEDA – Os cinco melhores posts da quarta (e última) semana

    Seguindo a nossa maratona de posts do BEDA (lembram dele? Significa blog every day, onde criamos um post novo todo dia), chegamos ao final da quarta (e última) semana de blogueiragem, e com isso gostaria de deixar aqui meus posts favoritos dos guerreiros que estão nessa batalha comigo! Aproveita pra ver a lista da primeira semana, a lista da segunda semana e a lista da semana passada!

    BEDA – Blog Every Day

    O que é a Maratona de Posts BEDA?

    Dia 31 de Agosto é considerado o dia do blog! Este dia foi escolhido pela data parecer com a palavra BLOG (lembra da linguagem nerd da época de Matrix?? BLOG = 3108). Para se preparar para o grande dia surgiu o movimento “BEDA – Blog Everyday August” que, como o próprio nome já diz, é um desafio para os blogueiros postarem todos os dias. Isso mesmo que você ouviu. Para um blog que teve um post de Hello, World e uns 3 posts de listas em 2 anos (e mesmo assim, nossa lista sobre lugares incríveis para pedir sua namorada em casamento está entre os 50 primeiros do google), teremos que fazer uma maratona de 31 posts em 31 dias (ou carinhosamente chamada de BEDA)!

    Meus cinco posts preferidos na terceira semana:

    Como forma de incentivo um ao outro ( e também como forma de feedback), cada blog participante indica cinco posts que mais gostaram de cada semana. Então segue aqui a minha lista dos cinco posts dessa semana para vocês conhecerem um pouco mais sobre o que cada blogueiro escreve!

    Boston, a cidade histórica dos EUA

    Post escrito pela Patrícia, do DescobrirViajando, fala sobre Boston, incluindo toda a parte histórica da cidade. Visitamos Boston há uns 2 meses e nos surpreendemos. Ela é basicamente o berço do nascimento dos Estados Unidos moderno, onde começaram as revoluções e onde viviam famosos personagens da história americana. Ainda experimentamos os pratos que ela cita no blog, o Clam Chowder e o Lobster Roll e adoramos.

    MIT em Boston

    Guia para Holbox, México

    A Renata do Inda Vou lá falou sobre Holbox, a ilha no norte da península de Yucatan no México que visitamos! Inclusive encontramos o Panda, marido da Renata lá no último dia! Quando visitamos estava nublado, e algumas vezes choveu bastante! Mesmo assim o lugar era muito gostoso e adoramos as praias. Com certeza voltaremos para curtir novamente e tirar fotos nesse mar azul igual a Renata mostra.

    Holbox, a ilha perdida no México

    Japão em São Paulo

    O Gabriel do blog Qualquer Latitude postou sobre as atrações japonesas que existem em São Paulo, incluindo a Liberdade, nosso bairro preferido pra passear quando moramos lá! Tudo é bem original e parece que estamos no Japão! Dá pra matar um pouco a vontade de viajar passeando pelas ruas decoradas. Fora a comida né?

    Liberdade, bairro Japonês em SP

    Doces do Magic Kingdom

    Falando em comida, a Daniela do blog Orlando for All postou os melhores doces do Magic Kingdom! Não leia o post de barriga vazia. Tem até esse bolo aí da foto com massa de churros que deve ser incrível!

    Funnel Cake do Magic Kingdom

    Motivos para visitar a Galícia na Espanha

    A Nazeli do ViajeCartesiano fez um post completasse sobre a Galícia, uma parte da Espanha com língua, costumes e tradições diferentes do resto do país. Adoro regiões como essas que são tão únicas e resistem ao tempo e já estou com vontade de visitar!

    Independência e Churrasco
  • Paris

    O que fazer em Montmartre Paris – Sacre Couer e mais

    Geralmente quando visitamos uma nova cidade buscamos fazer um Free Walking Tour. Logo que chegamos em Paris procuramos um, mas como a cidade é muito grande há vários e eles são divididos por regiões. Então decidimos fazer um em Montmartre pra visitar a Sacre Couer e outras atrações desse bairro boêmio francês.

    Um Free Walking Tour consiste em encontrar um guia em algum local pré definido. Geralmente eles não pedem reserva, só aparecer e procurar pelo guia que costuma ter uma roupa mais colorida ou um guarda chuva mesmo se o dia estiver ensolarado!

    Como o próprio nome diz, o tour é feito inteiramente caminhando. O guia costuma ser local, então ele nasceu e viveu ali por muito tempo e conhece os detalhes da história e lendas da região. Ao final cada participante paga qualquer valor que desejar.

    Para não constranger ninguém o guia costuma passar o chapéu e uma pessoa não vê quanto a outra colocou, nem mesmo o guia. Se você está com pouco dinheiro pra viajar este é um ótimo passeio! Mas se você tiver um bom orçamento também vale a pena, afinal esses guias se esforçam pois recebem de acordo com a sua simpatia e conhecimento.

    Walking Tour em Montmartre

    Fizemos o Walking Tour com a Discover Walks que acontece todo sábado as 11 da manhã e dura cerca de 90 minutos em inglês saindo da estação de metro Blanche. (veja o nosso guia de Metro de Paris aqui) Já adianto que adoramos a guia (mas infelizmente não gravamos o nome dela). Se você estiver em Paris no sábado vale a pena fazer o Free Walking Tour em Montmartre com eles, mas se não puder, segue o roteiro que já é interessante!

    Moulin Rouge

    Em português Moinho Vermelho pois tem um grande moinho em seu teto, lembrando os velhos tempos do distrito de Montmartre. É um cabaré de 1889 (mesmo ano da Torre Eiffel), mas não no sentido pejorativo da palavra no Brasil. Cabaré é onde aconteciam os shows de dança parisienses, e o Moulin Rouge é o mais famoso deles, por isso foi o tema da música Lady Marmalade.

    O Moulin Rouge foi o responsável por criar o CanCan francês e foi o primeiro local a ter luz elétrica na região. Hoje em dia ele ainda apresenta shows para turistas, mas a entrada é salgada

    Moulin Rouge em Montmartre Paris

    Café des Deux Moulins

    Pra quem assistiu o filme Amelie Poulain vai lembrar que ela trabalhava aqui! A sobremesa mais famosa é o Creme Brulee (aproveita pra ler o post sobre comidas famosas da França) que custa em torno de 8 euros. Pra ser sincero a sobremesa aí não foi tão boa, além de cara, e o atendimento bem ruim! então só vale entrar se for muito fã do filme. Curiosidade que o café não tem nenhum moinho, mas ele fica entre dois, o do Moulin Rouge e o do Galette.

    Café des Deux Moulins em Montmartre Paris

    Apartamento de Van Gogh em Montmartre

    Apesar de ser holandês, Van Gogh morou 2 anos com seu irmão em um pequeno apartamento aqui em Montmartre com uma incrível vista de Paris. O apartamento era tão pequeno que ambos precisavam dividir uma cama. Vários quadros foram pintados retratando esta vista. Hoje em dia só é possível ver o apartamento por fora. O apartamento fica no número 54 da rua Lepic. Há uma pequena placa ao lado da porta.

    Apartamento de Van Gogh em Montmartre

    Le Grenier à Pain Abbesses

    Única padaria a ganhar o prêmio de melhor baguette de Paris duas vezes (em 2005 e 2010). Quem ganha o concurso vira o fornecedor oficial do presidente durante todo o ano. De acordo com a guia a baguette não é tão boa assim (já faz 11 anos que ela não ganha né), mas a padaria estava fechada na hora e não pudemos experimentar. Se você passar lá nos avise!

    Le Grenier à Pain Abbesses

    Le Bateau Lavoir

    Um prédio com 20 estúdios usados por artistas que vêm a cidade. Seu nome significa o barco de lavar roupas, porque ele é um prédio fino e longo, e quando bate vento muito forte ele balança e range, como os antigos barcos que ficavam no Rio Sena para as mulheres lavarem roupas antigamente. Picasso trabalhou aqui e pintou seu primeiro quadro cubista no local.

    Le Bateau Lavoir

    Moulin de La Galette

    Montmartre era conhecida por ter mais de 30 moinhos antigamente, que desempenhavam as mais diversas funções. Com o tempo estes moinhos foram sendo demolidos e hoje há somente dois deles. Esse da Galette é um original, no local onde era um Cabaré famoso e hoje é um restaurante. Vários artistas pintaram esse moinho, incluindo Van Gogh e Renoir.

    Moulin de La Galette

    Praça Suzanne Buisson

    Parque bem arrumado de Montmartre, mas famoso por causa de uma estátua de um padre carregando sua própria cabeça. Essa estátua conta a lenda de Saint Denis, um padre que foi enviado para a região no ano 250 para catequizar os locais. Quando o imperador romano ficou sabendo mandou crucificar Saint Denis. Mas no caminho para o local da cruz os soldados se cansaram de andar e cortaram sua cabeça ali mesmo. Mas Saint Denis não se abalou, pegou sua cabeça do chão e continuou andando! Por isso Montmartre tem esse nome hoje, que significa monte dos mártires.

    Praça Suzanne Buisson e a estátua de Saint Denis

    Praça Marcel Bleustein

    Atrás da igreja Sacre Couer de Montmartre. Essa praça é um ótimo lugar para fazer um piquenique e para tirar fotos da igreja sem a multidão que fica em frente a ela.

    Praça Marcel Bleustein

    Igreja Sacre Couer de Montmartre

    Em portugûes Sagrado Coração. A história diz que por volta de 1800 foi criado um grupo de resistencia no local contra o ditador Napoleão. Colocaram canhões e resistiram por meses em Montmartre até que Napoleão ganhou a guerra e matou mais de 10 mil pessoas.

    Para livrar os pecados do local (e também para mostrar quem mandava ali agora) construiu a igreja gigantesca que pudesse ser vista de toda a cidade! A igreja ainda usa pedras brancas que liberam calcário quando chove e a deixa brilhante!

    Igreja Sacre Couer de Montmartre

    Funicular de Montmartre

    Após fazer esse roteiro completo, e ver a linda vista da cidade de frente a igreja você tem duas opções, descer as escadas caminhando, ou pegar o funicular de Montmartre. Você pode usar o mesmo ticket de metro para andar nele. Foi construído em 1900 e hoje carrega 2 milhões de passageiros todo ano.

    Funicular de Montmartre
  • França

    O que comer na França – Tradicionais e estranhas

    Depois de um mês na França chegamos a uma lista completa de tudo que você deve comer quando estiver aqui passeando! Todos esses pratos são encontrados facilmente em restaurantes e até mesmo no supermercado!

    Antes que me perguntem, o pãozinho francês que comemos no Brasil não é bem francês. Na época da primeira guerra mundial, alguns brasileiros ricos viajavam para a França e na volta explicavam para seus cozinheiros como era um pão no exterior, e os cozinheiros criaram um do jeitinho brasileiro. Então nem adianta chegar em uma padaria famosa em Paris pedindo um pão com queijo e um pingado que não vão te entender.

    Veja também esse post sobre como preparar um piquenique bem francês com vista pra Torre Eiffel!

    O que comer na França: As refeições tradicionais francesas

    Magret de Canard (ou peito de pato)

    Macio e suculento, coberto com uma camada de gordura, ótimo com um bom vinho. Esse prato é tipo nosso filé mignon, feito em ocasiões especiais, mas disponível em qualquer restaurante, a qualquer hora do dia! As vezes servidos com molhos de frutas como laranja, frutas vermelhas ou manga.

    O que comer na França – Magret de Canard

    Ratatouille

    Criado no século 18 em Nice, no litoral sul francês, esse prato é um ensopado de diversos legumes, criado na época para comer tudo o que sobrava da colheita dos agricultores. Seus ingredientes principais são a berinjela e o tomate, mas pode agregar diversos legumes. Em 2007 o filme da Pixar sobre o ratinho cozinheiro fez o termo ser famoso, mas no fundo nada ter a ver com rato!

    O que comer na França – Ratatouille

    Coq au vin

    Diz a lenda que o prato surgiu no ano 50 a.C. quando o imperador romano Júlio Cesar cercou uma aldeia dos gauleses (tipo Asterix) e o chefe do lugar mandou um galo de briga como oferta de paz. Júlio Cesar cozinhou o galo no vinho e convidou o chefe para um jantar. Originalmente o prato é feito com carne de galo, mas pode ser trocado por frango.

    O que comer na França – Coq au vin

    Crepe

    O crepe já é famoso no mundo inteiro, mas o original é bem específico, criado na Bretanha, a parte norte da França (comemos lá onde visitamos Rennes e o Monte St Michel, lembra?). É feito com o trigo preto que foi trazido da Ásia na época das Cruzadas e se adaptou bem ao clima da região. Não é usada uma panela ou frigideira, e sim uma chapa quente com uma colher em formato de T. Geralmente tem entre 33 e 55 cm e pode ser feito doce ou salgado.

    O que comer na França – Crepe

    Quiche Lorraine

    Nem o Quiche nem o Lorraine são palavras francesas, na verdade são termos em alemão pra Torta de Lorena, uma região na fronteira da França com Alemanha que já foi muito disputada entre os países. A torta é a base de ovos e creme de leite e se adiciona um recheio de carne e queijo ou somente queijo.

    O que comer na França – Quiche Lorraine

    Croque Monsieur

    Resumindo: Misto quente! A diferença de comer no Brasil e na França(e que faz total diferença) é que de umas décadas pra cá os franceses começaram a colocar um molho bechamel por cima, esse molho branco! e combina completamente!

    O que comer na França – Croque Monsieur

    O que comer na França: As refeições tradicionais pra eles, mas diferentes pra gente

    Steak Tartare

    O tartar em geral pode ser feito para com carne de boi (mais famoso na França, por isso o nome Steak) ou peixe, geralmente salmão para comer assim mesmo. É servido cru com um ovo também cru em cima, e vários temperos que atuam pra eliminar qualquer tipo de bactéria que poderia existir ali. Geralmente é comido com torradas.

    O que comer na França – Steak Tartare

    Raclette

    O meu preferido dessa lista para comer na França! É como um fondue, só que melhor. Pode ser encontrado em restaurantes um prato pronto, ou um esquema tipo fondue mesmo. Nós fomos em um restaurante em Paris chamado Le Chalet Savoyard que você escolhe um tipo de queijo e ele traz até a mesa meia roda desses bem grandes, de uns 3kg, junto com uma resistência elétrica pra aquecer. O queijo fica aquecendo até derreter e você coloca um prato embaixo que pode ter carne, batata ou legumes! É incrível!

    O que comer na França – Raclette

    Moules Frites

    Esse prato é um combinado de mexilhões e fritas. A porção normal é de 1kg por pessoa, mas não se assuste, esse peso é na maioria das conchas dos mexilhões que vão ficar pra trás. O prato é servido desde 1875 no norte da França e Bélgica (lá que eu comi!). Costuma ser barato, encontrado por 15 euros mesmo em locais mais requintados da França, mas a melhor forma de comer é sentado no bar com os amigos, como aperitivo mesmo!

    O que comer na França – Moules Frites

    Pernas de Rã

    Como o próprio nome diz, são as pernas da esposa do sapo! No fundo tem gosto de peixe, então não tem muita graça não, além de tirar fotos pra mostrar pros amigos. A grande desvantagem aqui é que vem pouquíssima carne! É o mesmo problema que vejo naqueles caranguejos que a galera gosta de comer no Nordeste Brasileiro que vem com o martelinho pra quebrar a casca. Muito trabalho pra pouca recompensa.

    O que comer na França – Pernas de Rã

    Escargots

    Escargots nada mais são do que caramujos! São criados especialmente para alimentação em vários países, então são limpinhos. Feitos com um molho de ervas ficam uma delícia! É possível encontrar até enlatado! Na minha opinião a única desvantagem é que ele é servido ainda na concha, então precisa ir tirando um por um.

    O que comer na França – Escargots

    Foie Gras

    Essa é controversa! A tradução é fígado gordo, já que eles engordam o pato ou o ganso com comidas pouco saudáveis até ele ficar doente e vendem essa iguaria. Em SP foi proibido a venda e produção em 2015, e na época o chef Jacquin do Masterchef até foi contra a proibição, que logo depois caiu por ser considerada inconstitucional. O Chef voltou aos jornais agradecer ao prefeito por ter feito propaganda do prato, e agora vários novos clientes apareceram.

    O que comer na França – Foie Gras

    O que comer na França: As sobremesas

    Macaron

    É um pequeno biscoito entre 3 e 5cm (geralmente dá pra dar duas mordidas se for com calma). Casca macia e crocante e recheio cremoso. É encontrado na França em todos os lugares possíveis. Já comemos o da Rodoviária, o da loja chique da Champs Elysee, o do McDonalds e até o que era sobremesa do restaurante de sushi. Nos lugares mais conceituados eles custam 2 euros cada um!

    O que comer na França – Macaron

    Creme Brulee

    Se você está se preparando para viajar para a França e pesquisando tudo deve ter ouvido falar do filme Amelie Poulin. Um clássico do cinema, no filme a Amelie trabalha em um restaurante chamado Café de Deux Moulins, que é um restaurante real que todo mundo visita em Montmartre, e a sobremesa que ela come é o Creme Brulee. Essa casca é açúcar caramelizado e você deve bater nela com a colher para quebrar e o recheio é de creme! Um aviso: O creme Brulee que servem no café do filme é bem fraquinho, bem caro, e o atendimento bem ruim!

    O que comer na França – Creme Brulee

    Éclair

    Na minha terra a gente chama isso de bomba de chocolate! Feito com massa choux e recheio que pode ser de chocolate, chocolate branco ou caramelo, a diferença de comer o brasileiro e o da França está na leveza da massa e do recheio! Apesar de eu gostar muito do nosso que parece recheado com nutella ou brigadeiro, o francês é feito com um creme bem leve, tipo um flan. Experimente para poder comparar e volta me dizer qual você prefere!

    O que comer na França – Eclair

    Profiterole

    Outro bem conhecido no Brasil (que eu chamo de Carolina). A diferença de novo fica por conta da massa e do recheio que são mais leves! Em alguns lugares você encontra esses recheados com sorvete, aí é sucesso!

    O que comer na França – Profiterole

  • Paris

    Paris Pass Museum – Vale a pena? e onde comprar?

    City Pass (ou Museum Pass) é um combinado de entradas de museus, atrações e em algumas cidades até transporte público. Ele existe em praticamente todas as cidades turísticas do mundo, mas geralmente não vale a pena. Em Paris fomos ver e há 3 passes: o Paris Pass, o Paris Museum Pass e o Paris Lib e vamos falar aqui sobre eles, se vale a pena e onde comprar.

    Museu do Louvre – Disponível no Museum Pass

    Sempre deixo anotado para pesquisar sobre o passe quando viajo para uma cidade nova. O problema com ele é que costuma dizer que tem 30, 50 ou até mesmo 100 atrações inclusas, mas quando você olha, se interessa só por 2 ou 3 delas, e as outras não pagaria para entrar se fosse separado.

    Outro ponto é que não podemos confiar somente nos valores que eles dizem custar cada atração, pois várias tem descontos, ou mesmo dias e horários grátis. Muitos deles inflam os valores mostrados no site para parecer que é uma oportunidade imperdível.

    Esses passes podem ser comprados para um número determinado de dias, e nesses dias você pode fazer o máximo de atrações possíveis. Vale a pena lembrar que se a atração é longe, como o Castelo de Versalhes, de Chantilly, Fontainebleu, a Disney, e outras atrações assim você acaba passando muito tempo no transporte que poderia estar visitando outras atrações.

    Outra coisa pra se levar em consideração é o que já falamos nesse post sobre os museus que são gratuitos no primeiro domingo do mês! Se você puder aproveitar esse dia provavelmente não compense um passe, já que os museus mais caros serão gratuitos.

    Os diferentes passes de Paris

    Nenhum dos passes inclui entradas para a Torre Eiffel. Vamos falar sobre ela em um outro post, mas precisa ser comprada separada.

    Paris Pass

    Paris Pass

    O Paris Pass pode ser comprado para 2, 3, 4 ou 6 dias consecutivos.

    O Paris Pass é um conjunto do Paris Museum Pass mais o ônibus de Hop on e Hop off, passes de trem, metro e ônibus e um cruzeiro no Sena, por isso é o mais caro.

    Os preços são:

    • 2 dias – 109 euros
    • 3 dias – 129 euros
    • 4 dias – 149 euros
    • 6 dias – 169 euros

    Um aviso que tem bem escondido no site. Ele inclui o Paris Museum Pass, mas se você comprar um passe de 3 dias vai receber um Museum Pass de apenas 2 dias, portanto se você for comprar esse passe sugiro comprar o de 4 dias ao invés de 3.

    Paris Museum Pass

    Paris Museum Pass

    O Paris Museum Pass pode ser comprado para 2, 4 ou 6 dias consecutivos.

    É o único que não inclui ônibus, cruzeiro e transporte público, por isso o mais barato.

    Você pode comprar o Paris Museum Pass pelo site e depois levar a confirmação de compra até um dos dois escritórios para trocar pelo cartão, ou comprar diretamente o cartão em um dos pontos de venda, que pode ser nos aeroportos de Paris, algumas estações de metrô ou no próprio museu que vai visitar (aqui tem a lista completa de pontos de venda). Nós compramos o nosso na primeira parada que foi a Saint Chapelle.

    Os preços são:

    • 2 dias – 52 euros
    • 4 dias – 66 euros
    • 6 dias – 78 euros

    Paris PassLib

    Paris PassLib

    O Paris PassLib é diferente dos passes acima. Você não compra ele por dia, e sim um combo de atrações. Pode ser comprado para 3, 5 ou 6 atrações.

    Os preços são:

    • 3 atrações – 35 euros
    • 5 atrações – 69 euros
    • 6 atrações – 119 euros

    Vale a pena comprar o passe? E qual deles, o Paris Pass, o Museum Pass ou o PassLib?

    PassLib vale a pena?

    Primeiro falando sobre o PassLib. Aqui tem algumas pegadinhas, por exemplo o Louvre não pode ser escolhido no passe mais barato, somente no de 69 ou 119 euros.

    Nesse passe você também pode escolher a parte mais baixa da Torre Eiffel, mas se você pagasse ela seria mais barato. Então apesar de ter a opção de escolher ela com uma das atrações, não vale a pena.

    Fiz várias combinações, por exemplo se você escolher os dois museus mais caros Louvre (15 euros) e Orsay (16 euros), ainda teria mais 38 euros em 3 atrações mais baratas. Nesse caso o Pass Lib não vale a pena. Melhor comprar as entradas dos museus de Paris separadas mesmo!

    Museu d´Orsay – Disponível em todos os passes

    E entre o Museum Pass e o Paris Pass?

    Fazendo uma comparação entre esses dois, no modelo de 2 dias comprar o Paris Pass custa 57 euros a mais do que o Museum Pass. Esse valor deveria o extra do HopOn HopOff, do transporte público e do passeio de barco no rio Sena. Esse passeio de barco é encontrado por 14 euros, e o HopOn HopOff custa 35 euros. O passe de metro de dia inteiro custa 5,80 euros por dia, então se você deseja usar tudo isso valeria o valor extra (na verdade economizaria 3 euros).

    Então porque eu comprei o Paris Museum Pass ao invés do Paris Pass?

    Como eu falei nesse post aqui sobre os passes de metro de Paris, se você deseja visitar atrações mais distantes como a Disney, palácio de Versalhes e os aeroportos, compensa muito comprar um passe semanal de metro por 23 euros. Como a gente já havia comprado esse passe, não valia a pena comprar o Paris Pass que incluía o metro.

    Além disso consideramos que seria melhor fazer o passeio de barco do Rio Sena um outro dia com mais calma (quando você compra o passe dos museus acaba andando muito durante as visitas, então estará sempre bem cansado!).

    Saint Chapelle – Disponível no Paris Museum Pass

    Uma análise sobre o Paris Museum Pass

    Nós compramos o passe somente de 2 dias pois não ficaríamos muito tempo na cidade. Se eu fosse ficar mais tempo compraria passes mais longos e vou te explicar o porquê com os valores.

    Havia algumas atrações que eram obrigatórias a visita. Sua lista pode ser diferente da minha, mas no geral elas são bem parecidas pra todo turista que vem conhecer Paris pela primeira vez. Esses são os valores das entradas dos museus disponíveis no Paris Museum Pass pra comprar na porta de cada um deles hoje, em Agosto de 2021.

    • Museu do Louvre – 15 euros
    • Saint Chapelle – 11,50 euros
    • Arco do Triunfo – 13 euros
    • Museu do Exército (onde está o Napoleão) – 14 euros
    • Museu d´Orsay – 16 euros
    • Museu L´Orangerie – 12,50 euros

    Fiz todas essas atrações em dois dias. Se fosse pagar separado sairia 82 euros e o passe me custou apenas 52 euros! Uma baita economia!

    Se eu fosse ficar mais tempo em Paris, compraria o Museum Pass dos 6 dias e visitaria mais essas atrações:

    • Panteão – 11,50 euros
    • Museu Rodin – 13 euros
    • Museu Picasso – 14 euros
    • Castelo de Versalhes – 27 euros
    • Villa Savoye – 8 euros
    • Castelo de Fontainebleu – 13 euros
    • Castelo de Chantilly – 17 euros
    • Museu do Ar e Espaço – 14 euros

    Essas atrações extras custariam mais 117,50 euros e a diferença entre os passes seria de apenas 26 euros. Se você deseja visitar só o Castelo de Versalhes já vale a pena comprar o Paris Museum Pass de mais dias.