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    Vou me embora pra Pasargada – O que visitar no Irã

    Nove entre dez crianças brasileiras já tiveram que decorar o poema: “Vou me embora pra Pasargada”. Na época ninguém se interessa em saber se Pasargada é um lugar de verdade ou se é da imaginação do Manuel Bandeira o harém e o rei seu grande amigo. Mas nós fomos tirar isso a limpo, e vamos mostrar pra vocês não só a cidade, mas todas as atrações do antigo Império Persa, e o que visitar no Irã.

    Apesar de parece pequeno para nós brasileiros, o Irã está entre os 20 maiores países do mundo, então uma viagem de norte a sul levaria dias! Pra vocês terem uma ideia, pegamos o trem de Mashhad no norte para a capital Teerã no centro do país e levou mais de 12 horas! Vou citar então as cidade que visitamos, e da próxima vez que for pro Irã eu atualizo com mais cidades.

    Mashhad – A capital religiosa

    Essa cidade que fica próxima a fronteira com o Afeganistão e Turcomenistão não estava em nosso roteiro inicial por ficar bem afastada das outras cidades. Mas o destino chegou e mudou nossos planos. Iríamos primeiro para o Teerã, que tinha voos mais baratos, mas nosso visto online não ficou pronto a tempo. Até tentamos ir para o aeroporto e embarcar sem visto mesmo, mas foi negado. A própria funcionária da companhia aérea que sugeriu algumas cidades que não precisariam de visto antecipado, e uma delas era Mashhad. Compramos nosso novo voo para três dias depois e embarcamos.

    Mashhad é a segunda maior cidade do Irã, e a capital religiosa, por causa de seu grande santuário dedicado ao Imam Reza. Da mesma forma como os muçulmanos devem ir a Meca, e os hindus a Varanasi pelo menos uma vez na vida, os persas devem vir para este santuário.

    Havia milhares de peregrinos quando chegamos, e eles passam o dia no complexo do santuário, fazem piquenique, leem livros, as crianças brincam. É como se fosse a praça central de uma cidadezinha do anterior de antigamente.

    Mas o que nos surpreendeu mesmo foi o interior, todo feito de mosaicos de vidro. Algo realmente incrível que nunca havíamos visto antes (outras mesquitas do Irã também são assim, mas essa nos impactou mais, talvez por ter sido a primeira que visitamos).

    Mesquita Imam Reza em Mashhad

    O Irã também tem poetas (até mais famosos que Manuel Bandeira)

    Basicamente essa é a única grande atração. Mas se você já está na cidade vale a pena visitar o túmulo do Ferdowsi. Primeiro achamos que seria algo tipo um cemitério, bem fúnebre com as pessoas tristes. Na verdade Ferdowsi foi um grande poeta iraniano e as pessoas tiram fotos em seu túmulo e aproveitam o local como se fosse um parque normal. Vai ver era por isso que Manuel Bandeira dizia “Vou me embora pra Pasargada”. Aqui as pessoas realmente amam os poetas.

    Seguindo viagem, decidimos pegar o trem para Teerã. O voo não seria caro e levaria muito menos tempo, mas ouvimos dizer que o Irã tinha o trem de primeira classe cinco estrelas mais barato do mundo! Pagamos 150 reais na passagem cada um incluindo refeição e translado pro hotel quando chegássemos no destino. A cabine do trem é preparada para quatro pessoas, com quatro camas e quatro poltronas, mas por causa do Covid reduziram a ocupação. Logo montamos nossas camas e dormimos confortavelmente pelas próximas 12 horas. Te falar que tem muito mais espaço que a cabine executiva de um avião, mas infelizmente eles não tem cobertores muito confortáveis.

    Trem primeira classe 5 estrelas mais barato do mundo

    Teerã – Onde estão os museus para visitar no Irã

    Para visitar Teerã você precisa de cinco minutos pra aprender o básico da história recente. Em 1925 um oficial do exército persa tomou o poder dos britânicos e se tornou rei. Ele mudou o nome do país para Irã e desenvolveu a infra estrutura para que não fosse tão dependente das potências da época. Mas na Segunda Guerra Mundial o Irão foi invadido pela União Soviética e Inglaterra e fizeram o rei abdicar em nome de seu filho, que era mais alinhado com os objetivos daqueles países. Esse rei se tornou um ditador com o passar dos anos e se voltou totalmente a favor dos Estados Unidos, ocidentalizando o país. Os opositores eram religiosos xiitas e não gostaram disso, então em 1979 o Aiatolá Khomeini tomou o poder com a Revolução Islâmica.

    Antiga embaixada dos Estados Unidos

    Continuando a história, o antigo rei fugiu do país para não ser assassinado. Ele passou por alguns lugares antes de se exilar nos Estados Unidos (amigo é pra isso né, emprestar o sofá quando você é expulso de casa).

    Os iranianos exigiam que ele fosse enviado de volta e no final de 1979 invadiram a embaixada dos Estados Unidos no Teerã e fizeram 64 americanos reféns. No final ninguém cedeu, o antigo rei morreu no exílio e os reféns foram libertados quase 2 anos depois. Os embargos americanos que devastam o país começaram com essa invasão.

    A embaixada americana palco desse evento virou um museu de espionagem, e as paredes são todas pintadas com imagens relacionadas ao Trump, e outros ícones dos Estados Unidos.

    Antiga embaixada dos EUA e suas pinturas anti-americanas

    Museu da Prisão Ebrat

    Outro lugar que nos impactou muito foi o museu da prisão de Teerã. Lá os presos políticos dos ultimos anos de regime do rei eram mantidos e torturados. Já visitamos muitas prisões, mas essa mostra com bonecos de cera as torturas!

    Passamos por uma porta e depois de cara com uma pessoa crucificada na grade com o rosto todo cheio de sangue! Essa foi só a primeira, fora todas as fotos dos corpos de presos assassinados. Não é um lugar recomendável para crianças, mas é bem interessante para adultos.

    Vimos em um blog antes de ir o seguinte questionamento: O reinado acabou em 1979, mas a prisão só foi fechada mais de 30 aos depois, e também por denúncias de torturas. Porque não exibem essas informações no museu?

    Museu da Prisão do Teerã (Dá pra ver as estátuas de cera ali?)

    A estação de Ski mais barata do mundo

    Mas nem tudo é sobre a guerra no Teerã! A cidade tem a estação de ski mais barata do mundo, e também a mais acessível!

    A estação de ski fica a apenas 15km do centro da cidade. Pegando um Snapp (o Uber iraniano) você não irá gastar mais do que 10 reais. O dia de ski, incluindo os equipamentos, custa menos de 200 reais por pessoa. Quem disse que esquiar era um esporte de rico deve ter visto nosso roteiro pela Suíça, mas nunca veio para o Irã.

    Hormuz – A cidade do mar vermelho e montanhas coloridas

    Outro destino daquele totalmente fora do roteiro foi Hormuz. Uma ilha no sul do país com montanhas coloridas e cavernas de sal. Mas o que nos animou a visitar o local foram essas fotos do mar vermelho! O que acontece ali é que as montanhas tem muito ferro, que com o tempo vão se oxidando formando a ferrugem. Quando a maré sobe e chove a água bate nas pedras e leva para o mar essa ferrugem, deixando tudo vermelho!

    O mar vermelho do Irã

    Mesmo no inverno a praia estava cheia, com algumas pessoas tomando banho de mar em suas águas frias. Só sugiro não entrar na água de cabeça de tiver cabelos loiros. Encontramos esse Golden Retriever que não seguiu a recomendação e agora tem essa cor meio punk! No final parece que ele ficou feliz mesmo assim.

    Golden Retriever que curtiu uma praia

    Shiraz – A mesquita rosa paraíso dos Instagrammers

    Se você considerou viajar para o Irã porque viu fotos por aí, provavelmente é de Shiraz que você está interessado. Nessa cidade fica a Mesquita Rosa, ou Mesquita Colorida. Ela foi construída em 1888 e é chamada de mesquita rosa por causa desta cor, mas o que impressiona mesmo são esses vitrais que deixam as luzes solares entrarem.

    Uma dica: O sol aparece entre as 7hs e 11hs. Quanto mais cedo mais sol e menos gente. Roupas brancas refletem melhor a luz, mas se você não tiver nenhuma os voluntários da mesquita podem te emprestar um chador desse claro. A menina era tão gente boa que quis ajudar a montar a Soraya e quis tirar fotos dela!

    As fotos ficaram ótimas e ela era só uma voluntária ali. E eu digo só voluntária porque tem uma fotógrafa oficial no lugar e ela também pediu pra tirar umas fotos nossas pro portfolio, mas as fotos ficaram tão feias. Deu até dó.

    Iraniana produzindo a Soraya

    Persépolis e Pasargada – as ruínas do antigo império persa

    Se você assistiu o filme 300, em que Gerard Butler é o mocinho, líder do exército grego que tem somente 300 soldados que luta bravamente até a morte (opa, spoiler!), também vai se lembrar do vilão de três metros de altura sem nenhum pelo no corpo. Rodrigo Santoro interpretou Xerxes, o rei persa conquistador de terras.

    Xerxes nasceu e cresceu em Persépolis, que foi construída pelo seu pai, Darius. Hoje sobraram ruínas dessas cidade cheia de esculturas e cenas de guerras desenhadas em suas paredes. Uma das cenas mais comuns é o leão comendo o touro, que na época significava a primavera (leão) superando o inverno (touro). As estátuas mais famosas são essas da porta, de cabeças humanas em corpos de animais, ou a inteligência somada a força.

    A dica aqui é imperdível. Logo antes dessa estátua tem algumas pessoas oferecendo uma amostra grátis de um óculos de realidade virtual, tipo esses de vídeo game. Quando você coloca o óculos consegue ver as construções restauradas, estátuas inteiras e pintadas, como se estivesse lá na época de Xerxes! Eu nunca havia visto isso em nenhuma atração no mundo! Quero muito que façam igual no Coliseu, Machu Picchu, e todas as outras ruínas pelo mundo!

    Sabe o “vou me embora pra Pasargada”? Não é aqui, essa é Persepolis

    E o vou me embora pra Pasargada?

    Pasargada foi construída pra ser a capital do império persa antes de Persépolis . O construtor foi Ciro, pai de Darius. Mas infelizmente seu túmulo foi a única estrutura que restou da cidade. Eu sei que você está lendo esse post somente por causa de Pasargada, mas sinto te informar que é a atração que tem menos graça no Irã. Fica no caminho entre Persépolis e Esfahan, então vale a pena dar uma parada, mas você não vai gastar mais do que 15 minutos. É só isso e Vou me embora de Pasargada.

    Vou me embora pra Pasargada é só esse prédio mesmo

    Esfahan – A cidade das Pontes

    Esfahan tem algumas dezenas de pontes, uma do lado da outra, umas mais novas e outras bem antigas, como a mais famosa, Si-o-se Pol de 1600! Chamada de ponte de 33 arcos por causa de sua construção que lembra os arcos da Lapa do Rio de Janeiro. Durante a noite fecham-se as comportas de água e a parte debaixo da ponte fica seca, onde os habitantes da cidade passam para socializarem. Uma ponte que vale a pena visitar de dia e de noite.

    A cidade é famosa também por quase ser detentora de um recorde mundial. A praça Naqsh-e Jahan é a segunda maior praça do mundo, perdendo apenas para a Praça Tianmen na China. A praça foi construída pelo imperador na mesma época da ponte de 33 arcos.

    Ela tem duas mesquitas, uma exclusiva para as mulheres do harém do imperador. Para chegar até a mesquita saindo do Palácio que fica de um lado, até a mesquita do outro, foi construído um túnel de ponta a ponta da praça. Assim elas poderiam atravessar sem serem vistas pelas pessoas que estavam no local.

    No centro da praça havia um campo de polo, aquele jogo em que os jogadores ficam em cima de cavalos tentando marcar gols com um taco de madeira e uma bolinha. Aliás, você sabia que criaram esse jogo no Irã? Enquanto isso da varanda do palácio, os nobres poderiam assistir às partidas.

    Esfahan e sua ponte de 33 arcos

    E o poema “Vou me embora pra Pasargada” ?

    Manuel Bandeira nunca visitou Pasargada, mas ele considerava esse lugar como um refúgio, um paraíso que ele poderia ir para fugir de seus problemas cotidianos. Hoje em dia está mais fácil visitar o Irã, então quem sabe você não dá uma fugidinha para lá também?

    Vou me embora pra Pasargada
    Lá sou amigo do rei
    Lá tenho a mulher que eu quero
    Na cama que escolherei

    Vou me embora pra Pasargada
    Aqui eu não sou feliz
    Lá a existência é uma aventura
    De tal modo inconsequente
    Que Joana a Louca de Espanha
    Rainha e falsa demente
    Vem a ser contraparente
    Da nora que nunca tive

    Vou me embora pra Pasargada

    Posts de Destinos Históricos

    Gostou desse post cheio de história? Então visite os posts de outros Destinos Históricos de nossos blogs amigos!

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    Quanto custa ver a Aurora Boreal na Finlândia?

    Se você é assim como a gente e sempre teve o sonho de ver a Aurora Boreal brilhar nos céus do Polo Norte, mas achava que uma viagem dessa deve custar muito caro, esse post é para você. Vamos mostrar quanto custa ver a Aurora Boreal em Rovaniemi, no norte da Finlândia, desde passagens aéreas, até roupas, passeios e alimentação.

    O pacote completíssimo, e mostrar que o melhor país para isso é a Finlândia, muito mais barato que seus vizinhos escandinavos como a Noruega, Dinamarca e Islândia.

    A passagem aérea pra chegar em Rovaniemi, dentro do círculo polar ártico na Finlândia

    Como o Brasil não tem voos diretos para Helsinki nem Rovaniemi, uma passagem para ir direto ao destino final parece ser muito cara! Aproveite alguns dias na Europa primeiro e depois voe para lá!

    Nós saímos de Vilnius, na Lituânia, fizemos uma escala em Helsinki e chegamos em Rovaniemi, tudo com a Finnair e custou cerca de 100 euros, ou 650 reais hoje em dia. Em época de alta temporada há um voo direto de Londres para Rovaniemi pela Ryanair, e essa passagem custa menos de 30 euros! Uma pechincha!

    Vale a pena pesquisar quanto fica uma passagem somente para Helsinki também, pois da capital da Finlândia há trens noturnos e bem confortáveis para Rovaniemi por 50 euros.

    Se agasalhe bem, porque você não quer passar frio na hora de ver a Aurora Boreal!

    Antes de falar no custo de vida lá na cidade precisamos falar de um item muito importante para o planejamento! As roupas de neve!

    Se você já procurou no Brasil deve ter visto que uma blusa ou calça de neve não vai custar menos de 500 reais. E isso é normal porque o país não produz esse tipo de roupa e tudo precisa ser importado. Além disso não vende muito, então o estoque pode ficar parado por vários anos.

    Como falamos no item anterior, o melhor é pegar um voo mais barato do Brasil para alguma outra cidade europeia, aproveitar uns dias na cidade para passear e comprar roupas! As lojas tipo H&M e Primark tem diversas roupas com um preço camarada.

    Mas se você procura economia mesmo (e ainda ajudar o meio ambiente), vale a pena procurar lojas de segunda mão, os famosos brechós. Mas brechó na Europa não é igual Brasil não. Não são somente aquelas roupas dos anos 70 com cheiro de naftalina que parecem ser de pessoas que morreram há alguns anos.

    Uma das maiores redes de lojas de segunda mão da Europa se chama Humana. Foi criada na Suíça com o objetivo de vender roupas doadas e utilizar o dinheiro para os mais necessitados. Cada país tem suas particularidades para as lojas da rede, mas o que achamos interessante foi que na Lituânia todo o estoque de roupas era trocado semanalmente. O preço era fixo para todas as peças, e todos os dias ficavam mais baixos.

    Para vocês terem uma ideia. Encontramos jaquetas de marcas super famosas como Michael Kors e Norweggian Project por 10 euros cada. Cerca de 65 reais. Olhamos as mesmas jaquetas em sites de produtos usados no Brasil e custaria 400 reais.

    Gorros, luvas e meias são bem simples e encontrados em qualquer lojinha pela Europa. Os valores ficam entre 2 e 10 euros! Outro item importante é a segunda pele, calça e camiseta bem justas que vão coladas no corpo para tirar o suor e manter quente. Esses itens custam menos de 5 euros cada em qualquer loja de esportes tipo Decatlhon.

    Uma coisa que nos preocupava bastante eram as botas de neve. Há alguns anos fui ver a Aurora Boreal na Noruega e fui com uma bota da Timberland comum, feita para usar na terra e barro! Acabou que a bota não esquentava, nem era impermeável, então a água entrava e congelava! Um desespero!

    Encontrei uma bota feita para quem faz Ski, totalmente impermeável e até o joelho por 15 euros! Foi o item mais caro que compramos, mas sabia que manter os pés aquecidos era essencial para a experiência completa, e é um custo que vale a pena para ver a Aurora Boreal com qualidade.

    Por fim as calças! Decidimos procurar calças especiais para a neve, pois além de proteger do frio ainda dariam uma liberdade extra para sentar no chão e rolar na neve sem nos preocuparmos em molhar! Mas fomos surpreendidos! Quando você acha que custa uma calça de neve dessas pra ver a Aurora Boreal? Pois acredite que encontramos muitas nas lojas de segunda mão, de diversas cores e tamanhos, e pagamos apenas 4 euros! Menos de 30 reais!

    Nossos parceiros e amigos!

    Confira também as dicas de nossos amigos sobre como viajar barato para outros destinos do mundo! Dá pra visitar todo lugar gastando bem menos do que o normal, só precisamos ajudar a informação a chegar a todo mundo!

    O Moises do blog Viajando com Moises fez um post sobre Quanto custa viajar para Minas Gerais

    A Luana Lôpo do blog Viagem e Cura fez um post sobre Quanto custa uma viagem para Disney

    O Breno do blog Viajando com a Mala Rosa fez um post sobre Quanto custa viajar para a Praia Grande, SP

    A Patrícia do blog Descobrir Viajando fez um post sobre Visitar Pisa na Itália: quanto custa?

  • Sem classificação, Suíça

    Nosso Roteiro na Suíça

    Nosso roteiro na Suíça não foi dos mais comuns, ficamos 15 dias em Zurique cuidando de 2 gatinhos incríveis e fofos! Geralmente ficamos hospedados na casa de quem precisa que cuide dos seus pets através da plataforma Trusted House Sitters, saiba mais sobre isso aqui.

    Nós na Cidade de Zurique

    Suíça é um país com custos bem acima da média da Europa, contudo nos surpreendeu com os preços até quando comparamos com os países nórdicos, por isso os roteiros pela Suíça acabam sendo compactos. Veja nossos gastos na Finlândia (em breve). Nesse post falamos sobre os preços na Suíça (em breve).

    Zurique – nossa cidade base no roteiro pela Suíça

    Em alguns dias aproveitamos a cidade em si, Zurique, que nos surpreendeu muito com excelentes museus como o da Lindt e da Fifa. Também fizemos passeios fora da rota turística como andar de bicicleta e dar um mergulho no rio do meio da cidade, sim, pode parecer inacreditável, mas no verão é possível.

    Eu me acabando de comer chocolate no museu da Lindt

    Para aproveitar os outros dias compramos o Swiss Travel Pass para 8 dias, passe que dá direito a andar pelos transportes do país e a algumas atrações. Não é um passe barato, porém ele nos trouxe economia e conforto para explorar esse país impressionante e lacrar no nosso roteiro na Suíça.

    De ante mão aviso que sempre fizemos bate e volta dos lugares a partir de Zurique, afinal tínhamos que voltar para cuidar dos gatinhos! Apesar de não ser a melhor opção era a que tínhamos e como a malha ferroviária é muito bem conectada e eficiente foi possível! No final achamos que aproveitamos bem nosso tempo por lá!

    Interlaken – cidade dos contos de fadas

    Nosso primeiro bate e volta foi pra Interlaken. Para um bom roteiro na Suíça o ideal é ficar pelo menos dois dias por lá, portanto fizemos bate e volta 2 vezes! Em Interlaken além de passear pelo centrinho, nós fizemos o passeio de barco pelo lago Brienz, incluso no Swiss Travel Pass. No meio do passeio fizemos uma parada em Iseltwald, e voltamos pra cidade. Subimos com o funicular até Harder Kulm, lá tem uma vista magnífica da cidade e podemos perceber ainda mais a cor estonteante do rio Aar.

    Nós e a vista estonteante para a cidade de Interlaken

    Depois fomos até o lago Blausee, que fica mais ou menos 40 min de Interlaken e é perfeitamente possível fazer de transporte público. A transparência desse lago é realmente impressionante e foi um dos mais bonitos que vimos na Suíça (quiçá no mundo!).

    Lago Blausee, um dos pontos altos do nosso roteiro pela Suíça

    No segundo dia que fomos até Interlaken conhecemos Grindelwald e subimos até Jungfraujoch, que apesar de chamarem de Top of Europe (topo da Europa) não é o pico mais alto do continente europeu (sim, por muito tempo acreditei nisso). O ponto mais alto fica na Rússia, com 5.642m, a montanha Elbrus. 

    Esse passeio não está incluído no passe, mas você tem 25% de desconto e é uma ferrovia lendária, já que foi toda escavada na rocha. Lá em cima você consegue ver neve mesmo no verão, é um glaciar, ou seja, o gelo nunca derrete.

    Montreux – Lavaux – quem disse que a Suíça não tem vinho!

    Fizemos bate e volta também para a região de Montreux e Lavaux. Em outra viagem já fiquei hospedada em Montreux, mas não há muito o que fazer pela cidade, recomendo portanto ficar hospedados em Lausanne e fazer um bate e volta para a região.

    O mais famoso em Montreux é sem dúvida o castelo de Chillon, que não fica no centro, mas você pode chegar até ele fazendo um lindo passeio de barco, ambos estão incluídos no passe.

    Lavaux é a região vinícola da Suíça, lá você pode experimentar excelentes vinhos e conhecer os vinhedos que são patrimônio da Unesco, pois ficam encravados nas montanhas que beiram o lago Genebra, é lindo de se ver.

    Lucerna – cidade do bondinho conversível

    Em outro dia fomos até a região de Lucerna, outra cidade que recomendo se hospedar. Em Lucerna fomos até a montanha Riga, subimos de bondinho mais o trem de cremalheira e descemos só com o trem de cremalheira, passeio perfeito que gostaríamos ter tido mais tempo para aproveitar.

    Exploramos a cidade que é maravilhosa e fizemos o passeio do Cabrio Bahn, o bondinho conversível. O bondinho é aberto na parte de cima para que você possa tirar o melhor da vista que a montanha oferece. Veja aqui o que fazer em Lucerna (em breve).

    Passeio no Bondinho Conversível Cabrio Bahn

    Bernina Express – ponto alto do nosso roteiro na Suíça

    Outro passeio que fizemos foi de trem com o Bernina Express, a ida de trem é um passeio por si só, as paisagens são estonteantes! Esse trem sai de Chur e vai até Tirano na Itália. Contudo, apesar do trem estar incluído no Swiss Travel Pass a reserva pros vagões panorâmicos não estão, portanto é necessário fazer a reserva com antecedência e pagar pelo assento.

    Nesse passeio fizemos uma parada rápida na cidade de St Moritz e Chur, St Moritz não tem muito o que explorar no verão, achamos que não valeu a pena parar, já Chur parecia uma cidade de boneca.

    Nem saímos da estação de Tirano, pois lá descobrimos um trem todo aberto,  ele só opera no verão e queríamos experimentar! Esse trem também aceita o passe suíço e não precisa de reserva de assento, sem dúvida foi uma experiência inesquecível. Saiba mais aqui.

    Leinchtenstein – adicionando um país no roteiro da Suíça

    Leinchtenstein é um dos micro países da Europa e fica coladinho com a Suíça. Apenas um dia é suficiente para explorar a capital e um bate e volta de Zurique foi super tranquilo, dá pra incluir facilmente no seu roteiro na Suíça. Ah, os ônibus de Leinchstein também estão incluídos no passe suíço, uma maravilha!

    Ponte que divide a Suíça e Liechtenstein

    Zermatt – destino de inverno no verão

    Essa cidade é incrível e saiu diretamente dos contos de fadas! À primeira vista é um destino super disputado no inverno, porém no verão também guarda sua beleza e se vocês também incluiria no roteiro pela Suíça. É a cidade do famoso Matterhorn, o pico do chocolate Toblerone. Foi o mais cansativos dos bate e voltas de Zurique e nenhuma cidade grande fica muito perto de lá. 

    Zermatt, a cidade do pico do chocolate Toblerone

    Lá subimos com o trem até Gornergrat, onde você tem uma vista especial para o Matterhorn e um complexo com algumas atividades para os turistas. Na volta fizemos parte do trajeto à pé, a região tem muitas trilha para serem exploradas no verão. Também procuramos as ovelhas (tem até um site para isso) e foi pura doçura!

    St Gallen – bate e volta rapidinho

    Essa eu passei! Só o Raphael fez bate e volta para a cidadezinha e amou. As atrações mais famosas na cidade são a igreja e a biblioteca. A biblioteca fica junto à igreja e tem manuscritos de mais de 600 anos e, além de não poder tirar foto, não pode nem entrar de sapato!

    Museu da FIFA – pra finalizar Zurique

    Na volta de St Gallen encontrei o Raphael no museu da FIFA, um museu com preço salgado, porém que também está incluso no passe, por isso aproveitamos e valeu muito! Ele é todo interativo e super divertido.

    Esse museu serviu de referência para criação do museu do futebol em São Paulo, onde é o estádio do Pacaembú, a propósito, se você não conhece está aí um lugar fantástico para explorar em São Paulo.

    Concluindo, acho que aproveitamos muito nosso passe e tivemos momentos ímpares na Suíça, mesmo sendo cansativo faria tudo de novo e se tivesse a oportunidade de pernoitar nas cidades, melhor ainda!

  • Grécia

    Comida Típica da Grécia

    Qual comida típica da Grécia você não pode deixar de experimentar!

    A Grécia tem uma cultura muito rica, principalmente quando se diz respeito a comida típica grega!

    Algumas dessas delícias podem ser experimentadas no Brasil e se tem um restaurante que já comemos e achamos parecido com o que comemos na Grécia é o Acropolis, que fica no Bom Retiro em São Paulo! Lá você pode encontrar comida típica da Grécia de verdade!

    Todavia já aviso que o lugar é simples, porém a comida é maravilhosa.

    Vinhos Gregos

    Apesar de não consumirmos tanto no Brasil os vinhos gregos são de excelente qualidade devido à combinação das circunstâncias que as uvas são cultivados, solo cheio de nutrientes (vulcânico), tempo seco, proximidade com o mar.

    Tomando vinho ao pôr do sol em Santorini

    Pita Gyrus (melhor comida típica da Grécia)

    Antes de mais nada preciso dizer que amamos esse prato! Se tem uma comida típica da Grécia que não pode faltar é o Pita Gyrus.

    Esse meio sanduíche é feito com pão pita (aquele que é redondo e mais achatado), batata frita, carne (do churrasco grego), pepino, molho, tomate. Enfim, uma perdição pro paladar e pro bolso, é bem baratinho.

    Pita Gyrus: comida de rua mais típica da Grécia

    Azeite de Oliva e Azeitona

    Pelas ilhas a produção de azeitona domina e eles usam tanto para consumir como petisco como para o azeite, que é de extrema qualidade! Aliás é uma ótima lembrancinha, quem não ia adorar ganhar um azeite grego!

    Queijo Feta

    À primeira vista pode parecer um queijo comum, mas é um queijo de cabra, bem branquinho e salgadinho. Pode ser na chapa ou frio regado à azeite e temperos. Contudo ele pode ser doce também, regado com mel e gergelim, um verdadeiro deleite!

    Salada Grega

    Vem com tomates suculentos, azeitonas, pepino, queijo feta, regada com um bom azeite e molho de iogurte, porém ela pode ter algumas variações dependendo da região, mas sempre uma delícia.

    Iogurte

    Essa é a comida típica da Grécia mais famosa entre nós brasileiros. Definitivamente a fama do iogurte grego não é pra menos, ele é bem denso e com um sabor inigualável! Dá pra comer ele puro, mas com mel e frutas fica mais gostoso ainda!

    Iogurte grego com mel, granola e frutas!

    Moussaka

    Essa “lasanha” de beringela atrai até mesmo quem não gosta do legume, bem temperada ela vem com carne moída e um creminho por cima! Às vezes tem a opção vegetariana quando substituem a carne pela ricota.

    Moussaka: prato grego com beringela e carne

    Pastício ou Pastitsio

    Assim como a Moussaka o Pastício parece uma lasanha, porém ao invés do macarrão de lasanha eles usam macarrão em tubinhos e molho bechamel.

    Pastício: parece uma moussaka, mas feito com macarrão.

    Salada de Polvo

    Nas ilhas os frutos do mar fazem a vez e o polvo vem bem macio e derretendo na boca na salada, com aquele azeite delicioso pra fechar tudo! A salada vem bem temperada e bem servida, portanto acaba sendo uma refeição nos dias mais quentes.

    Salada de Polvo

    Tomate Recheado (pior comida típica da Grécia)

    Em primeiro lugar os tomates in natura já são maravilhosos! Os tomates por lá são bem vermelhos e docinhos e um pratos que encontramos é ele recheado com arroz temperado, é gostoso mas podia ser melhor. 😬

    Dolmas

    Esse prato está presente na culinária de diversos países e é fácil de encontrar no Brasil, mas os gregos amam, portanto não podia faltar! São os famosos charutos de folha de uva!

    Dolmas ou os famosos charutos no Brasil

    E tem muito mais delícias! Você conhece mais algum restaurante grego para indicar? Comenta aqui pra gente saber!

    Uzo ou Ouzo (não é comida típica da Grécia, mas é bebida!)

    Bebida com alto teor alcóolico, feita com anis, bem parecida com o arak, portanto é como a versão árabe da bebida. Ela é transparente, mas quando adiciona água ela fica com aspecto leitoso.

    Ouzo: bebida típica grega feita com anis!

    Ainda não bateu a fome, mas quer continuar vendo comidas?

    Não deixe de conferir as comidas típicas de outros lugares do mundo dos posts dos nossos amigos! Por fim, já aviso que vai dar fome!

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    Comidas de Praga e da República Tcheca

    Comidas típicas da Bahia

    Mas não vivemos só de Comida Típica da Grécia! Saiba Mais!

    Quer saber a melhor época para visitar as Ilhas Gregas? Não deixe de conferir nosso post! – Melhor Época para Visitar as Ilhas Gregas.

    Confira nossos Gastos em Santorini em 2020.

  • Estados Unidos

    Napa Valley o que fazer: ROTEIRO DE ÔNIBUS

    Se está afim de ir pro Napa Valley e não quer alugar carro para fazer as vinícolas porque vai beber e não quer gastar muito com um tour ou carro para ir até as vinícolas confere esse post!

    Nós tomando um bom vinho no Napa Valley

    Vamos desgoumertizar (se é que essa palavra existe) o Napa Valley, visitamos as vinícolas de ônibus e não foi perrengue!

    Infelizmente o Google.maps não nos mostra opção de como usar o ônibus, mas ele passa de hora em hora e é bem fácil. Você pode conferir todos os ônibus da região no site oficial, lá também tem os horários e rotas. Veja as rotas mais longas disponíveis.

    Rotas de ônibus no Napa Valley

    Como vocês podem ver a rota 10 é a mais longa delas e onde está marcado Soscol Gateway Transit Center é a rodoviária da região. Foi lá que chegamos de ônibus de San Francisco, fomos de BART (tipo um metrô) até a estação El Cerrito del Norte e lá pegamos o ônibus 29.

    Onde nos Hospedamos

    Nós ficamos hospedados em Napa mesmo, a primeira cidade da região e a maior delas (ficamos no Hawthorn Suites by Wyndham) ele fica perto do ponto da Kansas Avenue, ou seja, foi escolhido principalmente por isso. De lá fomos a pé até o centrinho da cidade para conhecer os restaurantes e as lojinhas.

    O Ponto da linha 10 mais próximo ao nosso hotel.

    A hospedagem foi bem agradável e o café da manhã farto, quando fomos ainda tinham algumas restrições em relação à pandemia e você solicitava o café na noite anterior, na manhã seguinte buscava para comer no quarto.

    Emitimos com pontos Azul, mas ele também está disponível no booking. Bem perto tem alguns comércios como a Marshalls, o Chipotle (rede de fast food), a MOD Pizza, o KFC. Talvez não seja a localização perfeita ou o hotel mais legal por lá, mas funcionou bastante pra gente.

    Napa Valley o que fazer: Dia 1

    No primeiro dia logo cedo pegamos o ônibus 10, você pode conferir os horários aqui, com direção ao norte para ir até a Robert Mondavi. Ele saia a menos de 2 minutos caminhando do hotel, era bem fácil.

    Para a degustação na Robert Mondavi fizemos a reserva com antecedência e a opção com 4 vinhos custou 60$. Os dois primeiros não gostamos muito, mas os dois últimos eram muito bons!

    Degustação de vinhos na vinícola Robert Mondavi

    Depois voltamos no ponto que descemos e pegamos o mesmo ônibus 10 em direção à V Sattui. Essa vinícola tem um preço bem acessível e um mercado, onde você pode comprar produtos pra fazer um picnic no seu jardim. Nós optamos por não fazer a degustação lá mas compramos várias coisas pra fazer um picnic bem gostoso e relaxar um pouco. O lugar é lindo e tem toda uma estrutura para isso.

    Área de Picnic da V. Sattui onde almoçamos

    Depois da barriguinha cheia fomos caminhando até a Hall, uma vinícola bem moderna e com ambientes lindos para fotografar. Você pode escolher fazer mais uma degustação ou apenas pedir uma taça de vinho e aproveitar o ambiente lindíssimo!

    A vinícola Hall tem ambientes lindos para fotografar

    De lá pegamos o ônibus de volta para o hotel, o mesmo número 10, mas com o sentido Sul.

    Napa Valley o que fazer: Dia 2

    No dia seguinte tínhamos visita agendada na Castello di Amorosa, os vinhos não são tão famosos (mas achamos bem gostosos) e o ambiente impressiona, afinal é um castelo estilo medieval no meio da Califórnia! Fomos com o mesmo ônibus número 10, só que agora o trajeto é mais demorado.

    Castello di Amorosa, uma das vinícolas do Napa Valley

    Escolhemos a degustação com chocolates e custou U$75 já com as taxas incluídas. Foi uma delícia, contudo aquantidade de vinho servida é bem pouca. De qualquer forma deu pra harmonizar com os chocolates e foi um show de sabores.

    Nós esperando a degustação com chocolates do Castello di Amorosa

    Antes de entrar na vinícola vá até o letreiro do Napa Valley (achou que só porque estava de ônibus não ia ter uma foto ali!) depois suba para a vinícola.

    Nosso foto com o letreiro

    Ainda dava pra encaixar mais uma vinícola, mas tínhamos que voltar pra São Francisco! Voltamos com o mesmo ônibus 10.

    Quais vinícolas conhecer?

    Antes de tudo nós decidimos quais vinícolas conhecer usando o post completíssimo do Ideias na Mala, lá tem várias informações sobre vinícolas que ela já visitou. Foi um misto de interesse pela vinícola e a facilidade de acesso a partir do ônibus.

    Eu recomendo no máximo 3 vinícolas por dia e pra ficar um roteiro bem gostoso eu recomendo 2 por dia. Aí quanto tempo ficar vai mais de você e do seu interesse, mas gente passar de 4 dias nessas regiões visitando vinícolas todo dia já cansa, preferimos mesclar com outros atrativos da região.

    Não perdi a oportunidade de experimentar uma uvinha!

    Valeu a pena?

    Primeiramente não vamos negar que você tem uma facilidade de acesso reduzida, caso estivesse com um carro você teria acesso a algumas vinícolas mais distantes da rota principal e poderia ter uma experiência diferente.

    Mas o fato de poder beber tranquilamente e gastar pouco fizeram valer muito a pena. Com certeza se voltasse ao Napa Valley faria dessa forma novamente.

    Não deixe de conferir!

    Roteiro de 3 dias de San Francisco

  • Diversos, Tutoriais

    Aluguel de Motorhome: locação barata pelo site Imoova

    Estávamos nos EUA em pleno verão e quando a pandemia começava a dar sinais de melhora, era uma época perfeita para explorar os parques da região da Costa Oeste. Logo pensamos no aluguel de motorhome para explorar a região, porém nem sempre os preços são convidativos.

    Resolvemos testar o serviço de relocação de carros, em outras palavras é do que uma locação de veículo porém com data e saída definidas e destino certo.

    As empresas oferecem o veículo por um valor bem abaixo dos praticados pelo mercado porque a intenção dela não é vender o serviço de locação, mas sim que você leve o carro no destino que eles precisam.

    Nós na Rota 66

    Como funciona a relocação de veículos?

    Vou exemplificar melhor, você está de férias com sua família pela Costa Oeste dos EUA e resolve alugar um Motorhome para ir de São Francisco até Las Vegas.

    Sua intenção não é voltar para São Francisco e sim terminar sua viagem em Las Vegas, para isso você paga uma taxa extra e deixa o carro em outra filial da empresa de locação de veículos.

    A empresa precisa retornar o veículo para São Francisco, contudo não há muita demanda na rota Las Vegas – São Francisco, portanto ela oferece benefícios para quem quer levar o veículo de volta.

    Motorhome no Camping do Sequoia National Park

    Quanto custa o aluguel de Motorhome?

    Os carros normalmente custam de U$1 a U$10 por dia, sim, eu não errei a digitação. Um aluguel de motorhome que chega custar U$180 a diária, sai por apenas U$1, e algumas empresas dão até um voucher de combustível.

    Contudo nem tudo são flores e esses carros tem além da origem e destino definidos também tem datas definidas e quantidade de diárias limitadas. Frequentemente é uma faixa de data que tem uma flexibilidade de até uma semana, porém o mais comum é de apenas 1 ou 2 dias e nem sempre são divulgados com muita antecedência.

    Onde encontro aluguel de Motorhome barato?

    Os carros não são oferecidos pelos sites das locadoras que conhecemos e sim por um parceiro. Um dos melhores sites que juntam as ofertas é o Imoova, que foi o que utilizamos para encontrar nosso aluguel de Motorhome.

    O Imoova tem o serviço de aviso no site, mas é sempre bom estar de olho pois não funciona tão bem. Nós olhávamos todos os dias, até que um dia apareceu!

    Tudo isso é difícil conciliar em umas férias corridas, mas com um pouco de flexibilidade você consegue. Não é sempre que esses carros estão disponíveis. Em alta temporada pode ser mais fácil de ter disponibilidade pois há também uma alta demanda de turistas fazendo os trajetos mais clássicos.

    Nosso Motorhome alugado em San Francisco

    Principais Dicas:

    Agora vamos às principais dicas:

    • Tenha flexibilidade nas suas datas, com isso á mais fácil encaixar os dias disponíveis dos carros
    • Coloque aviso nos sites parceiros, como o Imoova
    • Tenha flexibilidade no seu roteiro, nem sempre vai dar pra fazer todos os pontos que deseja
    • Busque cidades próximas a que você estará
    • Olhe a disponibilidade pelo país antes mesmo de viajar, nesse meio tempo você terá uma noção das rotas mais comuns e conseguirá ter uma ideia de planejamento.

    Quer saber mais?

    Quer saber como foi nosso processo de locação pelo Imoova? Clique aqui.

    O Euclides e a Lu do blog Casal a Bordo comercializa um E-book sobre motorhomes completo. Para saber mais clique aqui.

    Nossa viagem terminou em San Francisco! Aqui tem um roteiro de 3 dias pela cidade.

  • Diversos

    Encerramento da Maratona BEDA

    E chegamos ao final do mês de agosto, e com isso o final da nossa Maratona de posts todo dia do BEDA. Como vocês puderam ver eu infelizmente não postei todo dia. Achei que daria pra passear o dia inteiro por aqui e blogar a noite.

    Passamos o mês de agosto inteiro aqui na França, uma semana na região de Lavandas de Provença, e mais 25 dias em Paris! Como é a segunda vez que a gente veio pra cá em menos de um mês achei que a Soraya ia pegar leve na programação, mas grande engano! Vários dias chegamos em casa depois das 21hs! Também achei que fazer um post do blog levaria cerca de 1 hora, e não consegui fazer nenhum em menos de 3 horas!

    Enfim, a maratona me serviu pra dar mais valor aos blogueiros que são a fonte de conhecimento durante as viagens. Percebi que quando tava lá em um museu, de frente a um quadro e queria saber mais sobre ele, jogava no google e tinha um artigo de um blog específico sobre aquilo! Isso é incrível!

    Vamos continuar postando aqui, provavelmente não todo dia, mas pelo menos um ou dois por semana!

    O que foi a Maratona de Posts BEDA?

    Maratona de Posts – BEDA

    Dia 31 de Agosto é considerado o dia do blog! Este dia foi escolhido pela data parecer com a palavra BLOG (lembra da linguagem nerd da época de Matrix?? BLOG = 3108). Para se preparar para o grande dia surgiu o movimento “BEDA – Blog Everyday August” que, como o próprio nome já diz, é um desafio para os blogueiros postarem todos os dias.

    Quem participou desta loucura de Maratona?

    Blog Qualquer Latitude

    Qualquer Latitude

    Um blog sobre a atitude de viajar, cheio de dicas de intercâmbio, mochilão e até trabalho na Disney e carreira internacional. O blog faz reflexões sobre aquilo que aprendemos e sentimos quando viajamos, além de proporcionar o um apoio psicológico especializado em quem está no exterior. É um blog para pessoas ambiciosas, sonhadoras e determinadas que entendem que viajar é história, geografia, arquitetura, gastronomia, autoconhecimento, quebra de preconceitos… que são abertas ao mundo e querem ser a mudança!

    Blog De Lugar Nenhum

    De Lugar Nenhum

    Um blog que te leva pra viajar de lugar nenhum pra todo lugar. Um brasileiro que deixou o país aos 40 anos para ver o mundo e que hoje vive em Barcelona. Viagens sem romantização. No nosso blog você encontra todo tipo de viagens, planejamento de sabático, podcasts, gastronomia e muita diversão.

    Blog Inda Vou Lá

    Inda Vou Lá

    Nossa paixão por planejar viagens nos levou a criar o blog em 2009, quando viajar ainda não era uma constante em nossas vidas. Hoje, nossa maior missão é ajudar cada pessoa a desenhar viagens que traduzem aquilo que elas são. Acreditamos que planejar é preciso e não seguir o planejamento à risca, também.

    Blog Mapa de Viajante

    Mapa de Viajante

    O Blog Mapa de Viajante foi criado para mostrar que é possível viajar para qualquer lugar do mundo por conta própria! Por isso, gosto de escrever sobre roteiros e dicas de todos os destinos que já visitei e mostrar como faço para organizar as minhas viagens! Nosso objetivo é ensinar aos viajantes como viajar mais e melhor!

    Blog Elizabeth Werneck

    Elizabeth Werneck

    Um blog para quem curte viajar com charme e gosta de vivenciar o destino como um verdadeiro local. Experimentando os sabores, sentindo os aromas típicos e experienciando a cultura, os costumes e a maneira de viver em cada canto deste planeta maravilhoso. E agora viaja em família e tem como lema de vida: se em todos os lugares do mundo existem crianças, a minha criança viajante pode ir para qualquer lugar. Então o blog é um espaço para incentivar outras famílias a viajar com crianças em qualquer idade e para qualquer parte. 

    Blog Viaje sem pacote

    Viaje sem pacote

    Um blog para quem curte conhecer os destinos por conta própria. Mais do que o aspecto financeiro, o que me estimula a viajar de forma independente é ter a liberdade de fazer o roteiro do meu jeito. O resultado disso são muitas dicas e destinos de viagens que compartilho com pessoas que priorizam viajar sem pacote. 

    Blog Descobrir Viajando

    Descobrir Viajando

    O blog Descobrir Viajando surgiu com o intuito de mostrar aos outros a beleza de alguns sítios e quais os pontos de interesse mais relevantes, bem como a sua história. Ao mesmo tempo que pretende dar dicas para proporcionar a todos as viagens dos seus sonhos.

    Blog Orlando for all

    Orlando for all

    O blog Orlando For All nasceu em 2015, trazendo à tona meu segundo sonho profissional, que era trabalhar na Disney. O primeiro sonho, eu vivo há quase 20 anos, que é voar como comissária de bordo. Juntando tudo isso, a experiência em viajar, com a execução dos roteiros e a paixão pela Disney, o Orlando For All veio pra facilitar a vida de quem deseja conhecer, por conta, a cidade, seus parques, fazer compras, provar as comidas e lanches americanos, e criar memórias fantásticas para o resto da vida!

    Blog Seja CEO

    Seja CEO

    Uma plataforma de conteúdo para empreendedores e influenciadores digitais que buscam liberdade financeira e poder trabalhar de qualquer lugar do mundo. Em nosso site, você encontrará estratégias para ganhar dinheiro na internet e dicas viagens para explorar o Brasil e o Mundo.

    Blog Viaje Cartesiano

    Viaje Cartesiano

    O Viaje Cartesiano é um projeto criado por pessoas que desejam conhecer o mundo de forma responsável e imersiva. Acreditamos que uma viagem é um ato filosófico, uma ação transformadora e uma maneira ativa de entender o mundo. Viajar deve ser visto como uma prática carregada de sentido, uma troca de culturas e uma fonte de conhecimento, que consumamos ao entrar em contato com a História, a cultura, a arquitetura, a gastronomia, as festas tradicionais, a música, a arte, a natureza, e tudo mais que este “outro” possa oferecer. Somos apreciadores do conceito Slow Travel, e gostaríamos de poder mostrar como isso nos tem ajudado a compreender melhor e a respeitar mais o mundo e a nós mesmos.

    Blog Viajando com Moisés

    Viajando com Moises

    No meu blog faço conteúdo de turismo ficando em viagens econômicas. Como é um blog iniciante estou focando no turismo regional pois é mais fácil do que falar de lugares mais badalados.  Acredito que viajar é a razão que viemos ao mundo. Com este projeto espero levar meu conteúdo a mais pessoas.  

    Blog ViajaTerapia

    ViajaTerapia

    Um blog para compartilhar dicas e experiências de viagem dos lugares e restaurantes visitados, para ajudar quem possui planos para os mesmos destinos. Adoramos muito os parques da Disney (não só de Orlando – EUA), mas o blog possui bastante conteúdo de outros países e opções de passeios para viagens curtas pelo Brasil. De tanto me empolgar ao passar dicas e montando roteiros para amigos quando me pediam sobre algum destino, resolvi ouvir as sugestões e criar um blog. Hoje escrevo com mais uma pessoa, viagens focadas em casais sem filhos. O nome vem de reflexões feitas antes/durante/após as viagens, que fazem adquirir conhecimento não só sobre o destino e cultura local, mas especialmente, rever e atualizar nosso auto conhecimento. Viajar é a melhor terapia!

    Créditos da identidade visual do BEDA

    Mariana Holtz estudante de design na Parsons New York. Mariana trabalha com ilustração de jogos e animações como o Geo Gravity e o The Magic Pencil, também já ilustrou livros infantis como o “imagine” além de ter um projeto de histórias em quadrinhos contra fake news o Camaleão Leo Instagram @Mah_artz