• Diversos

    BEDA – Os cinco melhores posts da quarta (e última) semana

    Seguindo a nossa maratona de posts do BEDA (lembram dele? Significa blog every day, onde criamos um post novo todo dia), chegamos ao final da quarta (e última) semana de blogueiragem, e com isso gostaria de deixar aqui meus posts favoritos dos guerreiros que estão nessa batalha comigo! Aproveita pra ver a lista da primeira semana, a lista da segunda semana e a lista da semana passada!

    BEDA – Blog Every Day

    O que é a Maratona de Posts BEDA?

    Dia 31 de Agosto é considerado o dia do blog! Este dia foi escolhido pela data parecer com a palavra BLOG (lembra da linguagem nerd da época de Matrix?? BLOG = 3108). Para se preparar para o grande dia surgiu o movimento “BEDA – Blog Everyday August” que, como o próprio nome já diz, é um desafio para os blogueiros postarem todos os dias. Isso mesmo que você ouviu. Para um blog que teve um post de Hello, World e uns 3 posts de listas em 2 anos (e mesmo assim, nossa lista sobre lugares incríveis para pedir sua namorada em casamento está entre os 50 primeiros do google), teremos que fazer uma maratona de 31 posts em 31 dias (ou carinhosamente chamada de BEDA)!

    Meus cinco posts preferidos na terceira semana:

    Como forma de incentivo um ao outro ( e também como forma de feedback), cada blog participante indica cinco posts que mais gostaram de cada semana. Então segue aqui a minha lista dos cinco posts dessa semana para vocês conhecerem um pouco mais sobre o que cada blogueiro escreve!

    Boston, a cidade histórica dos EUA

    Post escrito pela Patrícia, do DescobrirViajando, fala sobre Boston, incluindo toda a parte histórica da cidade. Visitamos Boston há uns 2 meses e nos surpreendemos. Ela é basicamente o berço do nascimento dos Estados Unidos moderno, onde começaram as revoluções e onde viviam famosos personagens da história americana. Ainda experimentamos os pratos que ela cita no blog, o Clam Chowder e o Lobster Roll e adoramos.

    MIT em Boston

    Guia para Holbox, México

    A Renata do Inda Vou lá falou sobre Holbox, a ilha no norte da península de Yucatan no México que visitamos! Inclusive encontramos o Panda, marido da Renata lá no último dia! Quando visitamos estava nublado, e algumas vezes choveu bastante! Mesmo assim o lugar era muito gostoso e adoramos as praias. Com certeza voltaremos para curtir novamente e tirar fotos nesse mar azul igual a Renata mostra.

    Holbox, a ilha perdida no México

    Japão em São Paulo

    O Gabriel do blog Qualquer Latitude postou sobre as atrações japonesas que existem em São Paulo, incluindo a Liberdade, nosso bairro preferido pra passear quando moramos lá! Tudo é bem original e parece que estamos no Japão! Dá pra matar um pouco a vontade de viajar passeando pelas ruas decoradas. Fora a comida né?

    Liberdade, bairro Japonês em SP

    Doces do Magic Kingdom

    Falando em comida, a Daniela do blog Orlando for All postou os melhores doces do Magic Kingdom! Não leia o post de barriga vazia. Tem até esse bolo aí da foto com massa de churros que deve ser incrível!

    Funnel Cake do Magic Kingdom

    Motivos para visitar a Galícia na Espanha

    A Nazeli do ViajeCartesiano fez um post completasse sobre a Galícia, uma parte da Espanha com língua, costumes e tradições diferentes do resto do país. Adoro regiões como essas que são tão únicas e resistem ao tempo e já estou com vontade de visitar!

    Independência e Churrasco
  • Paris

    O que fazer em Montmartre Paris – Sacre Couer e mais

    Geralmente quando visitamos uma nova cidade buscamos fazer um Free Walking Tour. Logo que chegamos em Paris procuramos um, mas como a cidade é muito grande há vários e eles são divididos por regiões. Então decidimos fazer um em Montmartre pra visitar a Sacre Couer e outras atrações desse bairro boêmio francês.

    Um Free Walking Tour consiste em encontrar um guia em algum local pré definido. Geralmente eles não pedem reserva, só aparecer e procurar pelo guia que costuma ter uma roupa mais colorida ou um guarda chuva mesmo se o dia estiver ensolarado!

    Como o próprio nome diz, o tour é feito inteiramente caminhando. O guia costuma ser local, então ele nasceu e viveu ali por muito tempo e conhece os detalhes da história e lendas da região. Ao final cada participante paga qualquer valor que desejar.

    Para não constranger ninguém o guia costuma passar o chapéu e uma pessoa não vê quanto a outra colocou, nem mesmo o guia. Se você está com pouco dinheiro pra viajar este é um ótimo passeio! Mas se você tiver um bom orçamento também vale a pena, afinal esses guias se esforçam pois recebem de acordo com a sua simpatia e conhecimento.

    Walking Tour em Montmartre

    Fizemos o Walking Tour com a Discover Walks que acontece todo sábado as 11 da manhã e dura cerca de 90 minutos em inglês saindo da estação de metro Blanche. (veja o nosso guia de Metro de Paris aqui) Já adianto que adoramos a guia (mas infelizmente não gravamos o nome dela). Se você estiver em Paris no sábado vale a pena fazer o Free Walking Tour em Montmartre com eles, mas se não puder, segue o roteiro que já é interessante!

    Moulin Rouge

    Em português Moinho Vermelho pois tem um grande moinho em seu teto, lembrando os velhos tempos do distrito de Montmartre. É um cabaré de 1889 (mesmo ano da Torre Eiffel), mas não no sentido pejorativo da palavra no Brasil. Cabaré é onde aconteciam os shows de dança parisienses, e o Moulin Rouge é o mais famoso deles, por isso foi o tema da música Lady Marmalade.

    O Moulin Rouge foi o responsável por criar o CanCan francês e foi o primeiro local a ter luz elétrica na região. Hoje em dia ele ainda apresenta shows para turistas, mas a entrada é salgada

    Moulin Rouge em Montmartre Paris

    Café des Deux Moulins

    Pra quem assistiu o filme Amelie Poulain vai lembrar que ela trabalhava aqui! A sobremesa mais famosa é o Creme Brulee (aproveita pra ler o post sobre comidas famosas da França) que custa em torno de 8 euros. Pra ser sincero a sobremesa aí não foi tão boa, além de cara, e o atendimento bem ruim! então só vale entrar se for muito fã do filme. Curiosidade que o café não tem nenhum moinho, mas ele fica entre dois, o do Moulin Rouge e o do Galette.

    Café des Deux Moulins em Montmartre Paris

    Apartamento de Van Gogh em Montmartre

    Apesar de ser holandês, Van Gogh morou 2 anos com seu irmão em um pequeno apartamento aqui em Montmartre com uma incrível vista de Paris. O apartamento era tão pequeno que ambos precisavam dividir uma cama. Vários quadros foram pintados retratando esta vista. Hoje em dia só é possível ver o apartamento por fora. O apartamento fica no número 54 da rua Lepic. Há uma pequena placa ao lado da porta.

    Apartamento de Van Gogh em Montmartre

    Le Grenier à Pain Abbesses

    Única padaria a ganhar o prêmio de melhor baguette de Paris duas vezes (em 2005 e 2010). Quem ganha o concurso vira o fornecedor oficial do presidente durante todo o ano. De acordo com a guia a baguette não é tão boa assim (já faz 11 anos que ela não ganha né), mas a padaria estava fechada na hora e não pudemos experimentar. Se você passar lá nos avise!

    Le Grenier à Pain Abbesses

    Le Bateau Lavoir

    Um prédio com 20 estúdios usados por artistas que vêm a cidade. Seu nome significa o barco de lavar roupas, porque ele é um prédio fino e longo, e quando bate vento muito forte ele balança e range, como os antigos barcos que ficavam no Rio Sena para as mulheres lavarem roupas antigamente. Picasso trabalhou aqui e pintou seu primeiro quadro cubista no local.

    Le Bateau Lavoir

    Moulin de La Galette

    Montmartre era conhecida por ter mais de 30 moinhos antigamente, que desempenhavam as mais diversas funções. Com o tempo estes moinhos foram sendo demolidos e hoje há somente dois deles. Esse da Galette é um original, no local onde era um Cabaré famoso e hoje é um restaurante. Vários artistas pintaram esse moinho, incluindo Van Gogh e Renoir.

    Moulin de La Galette

    Praça Suzanne Buisson

    Parque bem arrumado de Montmartre, mas famoso por causa de uma estátua de um padre carregando sua própria cabeça. Essa estátua conta a lenda de Saint Denis, um padre que foi enviado para a região no ano 250 para catequizar os locais. Quando o imperador romano ficou sabendo mandou crucificar Saint Denis. Mas no caminho para o local da cruz os soldados se cansaram de andar e cortaram sua cabeça ali mesmo. Mas Saint Denis não se abalou, pegou sua cabeça do chão e continuou andando! Por isso Montmartre tem esse nome hoje, que significa monte dos mártires.

    Praça Suzanne Buisson e a estátua de Saint Denis

    Praça Marcel Bleustein

    Atrás da igreja Sacre Couer de Montmartre. Essa praça é um ótimo lugar para fazer um piquenique e para tirar fotos da igreja sem a multidão que fica em frente a ela.

    Praça Marcel Bleustein

    Igreja Sacre Couer de Montmartre

    Em portugûes Sagrado Coração. A história diz que por volta de 1800 foi criado um grupo de resistencia no local contra o ditador Napoleão. Colocaram canhões e resistiram por meses em Montmartre até que Napoleão ganhou a guerra e matou mais de 10 mil pessoas.

    Para livrar os pecados do local (e também para mostrar quem mandava ali agora) construiu a igreja gigantesca que pudesse ser vista de toda a cidade! A igreja ainda usa pedras brancas que liberam calcário quando chove e a deixa brilhante!

    Igreja Sacre Couer de Montmartre

    Funicular de Montmartre

    Após fazer esse roteiro completo, e ver a linda vista da cidade de frente a igreja você tem duas opções, descer as escadas caminhando, ou pegar o funicular de Montmartre. Você pode usar o mesmo ticket de metro para andar nele. Foi construído em 1900 e hoje carrega 2 milhões de passageiros todo ano.

    Funicular de Montmartre
  • França

    O que comer na França – Tradicionais e estranhas

    Depois de um mês na França chegamos a uma lista completa de tudo que você deve comer quando estiver aqui passeando! Todos esses pratos são encontrados facilmente em restaurantes e até mesmo no supermercado!

    Antes que me perguntem, o pãozinho francês que comemos no Brasil não é bem francês. Na época da primeira guerra mundial, alguns brasileiros ricos viajavam para a França e na volta explicavam para seus cozinheiros como era um pão no exterior, e os cozinheiros criaram um do jeitinho brasileiro. Então nem adianta chegar em uma padaria famosa em Paris pedindo um pão com queijo e um pingado que não vão te entender.

    Veja também esse post sobre como preparar um piquenique bem francês com vista pra Torre Eiffel!

    O que comer na França: As refeições tradicionais francesas

    Magret de Canard (ou peito de pato)

    Macio e suculento, coberto com uma camada de gordura, ótimo com um bom vinho. Esse prato é tipo nosso filé mignon, feito em ocasiões especiais, mas disponível em qualquer restaurante, a qualquer hora do dia! As vezes servidos com molhos de frutas como laranja, frutas vermelhas ou manga.

    O que comer na França – Magret de Canard

    Ratatouille

    Criado no século 18 em Nice, no litoral sul francês, esse prato é um ensopado de diversos legumes, criado na época para comer tudo o que sobrava da colheita dos agricultores. Seus ingredientes principais são a berinjela e o tomate, mas pode agregar diversos legumes. Em 2007 o filme da Pixar sobre o ratinho cozinheiro fez o termo ser famoso, mas no fundo nada ter a ver com rato!

    O que comer na França – Ratatouille

    Coq au vin

    Diz a lenda que o prato surgiu no ano 50 a.C. quando o imperador romano Júlio Cesar cercou uma aldeia dos gauleses (tipo Asterix) e o chefe do lugar mandou um galo de briga como oferta de paz. Júlio Cesar cozinhou o galo no vinho e convidou o chefe para um jantar. Originalmente o prato é feito com carne de galo, mas pode ser trocado por frango.

    O que comer na França – Coq au vin

    Crepe

    O crepe já é famoso no mundo inteiro, mas o original é bem específico, criado na Bretanha, a parte norte da França (comemos lá onde visitamos Rennes e o Monte St Michel, lembra?). É feito com o trigo preto que foi trazido da Ásia na época das Cruzadas e se adaptou bem ao clima da região. Não é usada uma panela ou frigideira, e sim uma chapa quente com uma colher em formato de T. Geralmente tem entre 33 e 55 cm e pode ser feito doce ou salgado.

    O que comer na França – Crepe

    Quiche Lorraine

    Nem o Quiche nem o Lorraine são palavras francesas, na verdade são termos em alemão pra Torta de Lorena, uma região na fronteira da França com Alemanha que já foi muito disputada entre os países. A torta é a base de ovos e creme de leite e se adiciona um recheio de carne e queijo ou somente queijo.

    O que comer na França – Quiche Lorraine

    Croque Monsieur

    Resumindo: Misto quente! A diferença de comer no Brasil e na França(e que faz total diferença) é que de umas décadas pra cá os franceses começaram a colocar um molho bechamel por cima, esse molho branco! e combina completamente!

    O que comer na França – Croque Monsieur

    O que comer na França: As refeições tradicionais pra eles, mas diferentes pra gente

    Steak Tartare

    O tartar em geral pode ser feito para com carne de boi (mais famoso na França, por isso o nome Steak) ou peixe, geralmente salmão para comer assim mesmo. É servido cru com um ovo também cru em cima, e vários temperos que atuam pra eliminar qualquer tipo de bactéria que poderia existir ali. Geralmente é comido com torradas.

    O que comer na França – Steak Tartare

    Raclette

    O meu preferido dessa lista para comer na França! É como um fondue, só que melhor. Pode ser encontrado em restaurantes um prato pronto, ou um esquema tipo fondue mesmo. Nós fomos em um restaurante em Paris chamado Le Chalet Savoyard que você escolhe um tipo de queijo e ele traz até a mesa meia roda desses bem grandes, de uns 3kg, junto com uma resistência elétrica pra aquecer. O queijo fica aquecendo até derreter e você coloca um prato embaixo que pode ter carne, batata ou legumes! É incrível!

    O que comer na França – Raclette

    Moules Frites

    Esse prato é um combinado de mexilhões e fritas. A porção normal é de 1kg por pessoa, mas não se assuste, esse peso é na maioria das conchas dos mexilhões que vão ficar pra trás. O prato é servido desde 1875 no norte da França e Bélgica (lá que eu comi!). Costuma ser barato, encontrado por 15 euros mesmo em locais mais requintados da França, mas a melhor forma de comer é sentado no bar com os amigos, como aperitivo mesmo!

    O que comer na França – Moules Frites

    Pernas de Rã

    Como o próprio nome diz, são as pernas da esposa do sapo! No fundo tem gosto de peixe, então não tem muita graça não, além de tirar fotos pra mostrar pros amigos. A grande desvantagem aqui é que vem pouquíssima carne! É o mesmo problema que vejo naqueles caranguejos que a galera gosta de comer no Nordeste Brasileiro que vem com o martelinho pra quebrar a casca. Muito trabalho pra pouca recompensa.

    O que comer na França – Pernas de Rã

    Escargots

    Escargots nada mais são do que caramujos! São criados especialmente para alimentação em vários países, então são limpinhos. Feitos com um molho de ervas ficam uma delícia! É possível encontrar até enlatado! Na minha opinião a única desvantagem é que ele é servido ainda na concha, então precisa ir tirando um por um.

    O que comer na França – Escargots

    Foie Gras

    Essa é controversa! A tradução é fígado gordo, já que eles engordam o pato ou o ganso com comidas pouco saudáveis até ele ficar doente e vendem essa iguaria. Em SP foi proibido a venda e produção em 2015, e na época o chef Jacquin do Masterchef até foi contra a proibição, que logo depois caiu por ser considerada inconstitucional. O Chef voltou aos jornais agradecer ao prefeito por ter feito propaganda do prato, e agora vários novos clientes apareceram.

    O que comer na França – Foie Gras

    O que comer na França: As sobremesas

    Macaron

    É um pequeno biscoito entre 3 e 5cm (geralmente dá pra dar duas mordidas se for com calma). Casca macia e crocante e recheio cremoso. É encontrado na França em todos os lugares possíveis. Já comemos o da Rodoviária, o da loja chique da Champs Elysee, o do McDonalds e até o que era sobremesa do restaurante de sushi. Nos lugares mais conceituados eles custam 2 euros cada um!

    O que comer na França – Macaron

    Creme Brulee

    Se você está se preparando para viajar para a França e pesquisando tudo deve ter ouvido falar do filme Amelie Poulin. Um clássico do cinema, no filme a Amelie trabalha em um restaurante chamado Café de Deux Moulins, que é um restaurante real que todo mundo visita em Montmartre, e a sobremesa que ela come é o Creme Brulee. Essa casca é açúcar caramelizado e você deve bater nela com a colher para quebrar e o recheio é de creme! Um aviso: O creme Brulee que servem no café do filme é bem fraquinho, bem caro, e o atendimento bem ruim!

    O que comer na França – Creme Brulee

    Éclair

    Na minha terra a gente chama isso de bomba de chocolate! Feito com massa choux e recheio que pode ser de chocolate, chocolate branco ou caramelo, a diferença de comer o brasileiro e o da França está na leveza da massa e do recheio! Apesar de eu gostar muito do nosso que parece recheado com nutella ou brigadeiro, o francês é feito com um creme bem leve, tipo um flan. Experimente para poder comparar e volta me dizer qual você prefere!

    O que comer na França – Eclair

    Profiterole

    Outro bem conhecido no Brasil (que eu chamo de Carolina). A diferença de novo fica por conta da massa e do recheio que são mais leves! Em alguns lugares você encontra esses recheados com sorvete, aí é sucesso!

    O que comer na França – Profiterole

  • Paris

    Paris Pass Museum – Vale a pena? e onde comprar?

    City Pass (ou Museum Pass) é um combinado de entradas de museus, atrações e em algumas cidades até transporte público. Ele existe em praticamente todas as cidades turísticas do mundo, mas geralmente não vale a pena. Em Paris fomos ver e há 3 passes: o Paris Pass, o Paris Museum Pass e o Paris Lib e vamos falar aqui sobre eles, se vale a pena e onde comprar.

    Museu do Louvre – Disponível no Museum Pass

    Sempre deixo anotado para pesquisar sobre o passe quando viajo para uma cidade nova. O problema com ele é que costuma dizer que tem 30, 50 ou até mesmo 100 atrações inclusas, mas quando você olha, se interessa só por 2 ou 3 delas, e as outras não pagaria para entrar se fosse separado.

    Outro ponto é que não podemos confiar somente nos valores que eles dizem custar cada atração, pois várias tem descontos, ou mesmo dias e horários grátis. Muitos deles inflam os valores mostrados no site para parecer que é uma oportunidade imperdível.

    Esses passes podem ser comprados para um número determinado de dias, e nesses dias você pode fazer o máximo de atrações possíveis. Vale a pena lembrar que se a atração é longe, como o Castelo de Versalhes, de Chantilly, Fontainebleu, a Disney, e outras atrações assim você acaba passando muito tempo no transporte que poderia estar visitando outras atrações.

    Outra coisa pra se levar em consideração é o que já falamos nesse post sobre os museus que são gratuitos no primeiro domingo do mês! Se você puder aproveitar esse dia provavelmente não compense um passe, já que os museus mais caros serão gratuitos.

    Os diferentes passes de Paris

    Nenhum dos passes inclui entradas para a Torre Eiffel. Vamos falar sobre ela em um outro post, mas precisa ser comprada separada.

    Paris Pass

    Paris Pass

    O Paris Pass pode ser comprado para 2, 3, 4 ou 6 dias consecutivos.

    O Paris Pass é um conjunto do Paris Museum Pass mais o ônibus de Hop on e Hop off, passes de trem, metro e ônibus e um cruzeiro no Sena, por isso é o mais caro.

    Os preços são:

    • 2 dias – 109 euros
    • 3 dias – 129 euros
    • 4 dias – 149 euros
    • 6 dias – 169 euros

    Um aviso que tem bem escondido no site. Ele inclui o Paris Museum Pass, mas se você comprar um passe de 3 dias vai receber um Museum Pass de apenas 2 dias, portanto se você for comprar esse passe sugiro comprar o de 4 dias ao invés de 3.

    Paris Museum Pass

    Paris Museum Pass

    O Paris Museum Pass pode ser comprado para 2, 4 ou 6 dias consecutivos.

    É o único que não inclui ônibus, cruzeiro e transporte público, por isso o mais barato.

    Você pode comprar o Paris Museum Pass pelo site e depois levar a confirmação de compra até um dos dois escritórios para trocar pelo cartão, ou comprar diretamente o cartão em um dos pontos de venda, que pode ser nos aeroportos de Paris, algumas estações de metrô ou no próprio museu que vai visitar (aqui tem a lista completa de pontos de venda). Nós compramos o nosso na primeira parada que foi a Saint Chapelle.

    Os preços são:

    • 2 dias – 52 euros
    • 4 dias – 66 euros
    • 6 dias – 78 euros

    Paris PassLib

    Paris PassLib

    O Paris PassLib é diferente dos passes acima. Você não compra ele por dia, e sim um combo de atrações. Pode ser comprado para 3, 5 ou 6 atrações.

    Os preços são:

    • 3 atrações – 35 euros
    • 5 atrações – 69 euros
    • 6 atrações – 119 euros

    Vale a pena comprar o passe? E qual deles, o Paris Pass, o Museum Pass ou o PassLib?

    PassLib vale a pena?

    Primeiro falando sobre o PassLib. Aqui tem algumas pegadinhas, por exemplo o Louvre não pode ser escolhido no passe mais barato, somente no de 69 ou 119 euros.

    Nesse passe você também pode escolher a parte mais baixa da Torre Eiffel, mas se você pagasse ela seria mais barato. Então apesar de ter a opção de escolher ela com uma das atrações, não vale a pena.

    Fiz várias combinações, por exemplo se você escolher os dois museus mais caros Louvre (15 euros) e Orsay (16 euros), ainda teria mais 38 euros em 3 atrações mais baratas. Nesse caso o Pass Lib não vale a pena. Melhor comprar as entradas dos museus de Paris separadas mesmo!

    Museu d´Orsay – Disponível em todos os passes

    E entre o Museum Pass e o Paris Pass?

    Fazendo uma comparação entre esses dois, no modelo de 2 dias comprar o Paris Pass custa 57 euros a mais do que o Museum Pass. Esse valor deveria o extra do HopOn HopOff, do transporte público e do passeio de barco no rio Sena. Esse passeio de barco é encontrado por 14 euros, e o HopOn HopOff custa 35 euros. O passe de metro de dia inteiro custa 5,80 euros por dia, então se você deseja usar tudo isso valeria o valor extra (na verdade economizaria 3 euros).

    Então porque eu comprei o Paris Museum Pass ao invés do Paris Pass?

    Como eu falei nesse post aqui sobre os passes de metro de Paris, se você deseja visitar atrações mais distantes como a Disney, palácio de Versalhes e os aeroportos, compensa muito comprar um passe semanal de metro por 23 euros. Como a gente já havia comprado esse passe, não valia a pena comprar o Paris Pass que incluía o metro.

    Além disso consideramos que seria melhor fazer o passeio de barco do Rio Sena um outro dia com mais calma (quando você compra o passe dos museus acaba andando muito durante as visitas, então estará sempre bem cansado!).

    Saint Chapelle – Disponível no Paris Museum Pass

    Uma análise sobre o Paris Museum Pass

    Nós compramos o passe somente de 2 dias pois não ficaríamos muito tempo na cidade. Se eu fosse ficar mais tempo compraria passes mais longos e vou te explicar o porquê com os valores.

    Havia algumas atrações que eram obrigatórias a visita. Sua lista pode ser diferente da minha, mas no geral elas são bem parecidas pra todo turista que vem conhecer Paris pela primeira vez. Esses são os valores das entradas dos museus disponíveis no Paris Museum Pass pra comprar na porta de cada um deles hoje, em Agosto de 2021.

    • Museu do Louvre – 15 euros
    • Saint Chapelle – 11,50 euros
    • Arco do Triunfo – 13 euros
    • Museu do Exército (onde está o Napoleão) – 14 euros
    • Museu d´Orsay – 16 euros
    • Museu L´Orangerie – 12,50 euros

    Fiz todas essas atrações em dois dias. Se fosse pagar separado sairia 82 euros e o passe me custou apenas 52 euros! Uma baita economia!

    Se eu fosse ficar mais tempo em Paris, compraria o Museum Pass dos 6 dias e visitaria mais essas atrações:

    • Panteão – 11,50 euros
    • Museu Rodin – 13 euros
    • Museu Picasso – 14 euros
    • Castelo de Versalhes – 27 euros
    • Villa Savoye – 8 euros
    • Castelo de Fontainebleu – 13 euros
    • Castelo de Chantilly – 17 euros
    • Museu do Ar e Espaço – 14 euros

    Essas atrações extras custariam mais 117,50 euros e a diferença entre os passes seria de apenas 26 euros. Se você deseja visitar só o Castelo de Versalhes já vale a pena comprar o Paris Museum Pass de mais dias.

  • Nova York

    O que fazer no Central Park – Atualizado 2021

    Que Manhattan era o centro de Nova York você já sabia, mas que é uma ilha e foi comprada em 1626 por US$ 24 dos índios e foi totalmente desenhada e planejada em 1811 é novidade pra muita gente. No centro da ilha deixaram um espaço para o Central Park, provavelmente o parque com melhor localização do mundo.

    Até mesmo os lagos, morros e pedras do Central Park são planejados. O parque é tão grande que em uma visita você conhece apenas uma pequena parte. Para tentar ajudar, essa é a nossa lista do que visitar e fazer no Central Park.

    O que fazer no Central Park em Nova York

    Terraço e Fonte Bethesda

    Ponto principal do parque, você sempre vai encontrar um músico tocando alguma canção que combina perfeitamente com a atmosfera do parque, além de vários noivos e noivas criando o seu álbum de casamento.

    A fonte é uma das maiores dos EUA e no topo a estátua do Anjo das Águas. A acústica do local é perfeita! Veja esse vídeo de uma cantora e esse outro do pessoal cantando Stand by Me.

    Essa é só pros mais velhos. No filme Esqueceram de Mim o Kevin foge dos ladrões até chegar na fonte Bethesda!

    Túnel com vista para a Fonte Bethesda no Central Park

    Castelo Belvedere

    Construído em 1865 para ser uma torre de observação e estação meteorológica, agora o castelo se transformou em uma central de visitantes com uma belíssima vista do parque e do lago. Ele foi construído em cima de uma pedra de 40 metros de altura.

    Funciona de quarta a domingo, das 10hs as 17hs.

    Castelo Belvedere no Central Park

    Andar de barco a remo no lago

    Uma frota de 100 barcos está disponível para locação no lago. Cada hora custa 15 dólares. Mas se você não quiser remar tem também uma típica gôndola de Veneza com um barqueiro cantor para ser contratado e deixar o seu dia ainda mais romântico.

    Ou vai voltar pra casa sem uma foto dessas?

    Barco a Remo

    Strawberry Fields – Memorial para John Lennon

    Do outro lado da rua do apartamento onde Lennon morava e onde foi assassinado, esse memorial foi construído cinco anos depois de sua morte, mais ou menos onde Yoko Ono jogou suas cinzas. Seu nome vem da música dos Beatles “Strawberry Field Forever”

    Todo ano um fã dedicado vai até o local decora-lo.

    Strawberry Field – Central Park

    Estátua da Alice no País das Maravilhas

    A estátua foi encomendada por um filantropo que gostaria de honrar sua mulher, que sempre lia a história para suas filhas.

    Foi desenhada já pensando que as crianças poderiam subir e se divertir no monumento!

    Alice no País das Maravilhas

    Carrossel do Central Park

    Quem não gosta de um carrossel não é? Esse custa 3 dólares, que acaba sendo um valor tão baixo pros padrões da cidade que entrou na nossa lista de O que fazer em Nova York de graça.

    O primeiro carrossel foi colocado aqui em 1871, e outros 3 vieram depois, mas todos foram destruídos por incêndios. O atual tem 57 cavalos!

    Carrossel do Central Park

    A Agulha de Cleópatra

    Um obelisco foi o presente para a cidade de NY em 1881 colocado no Central Park. Se você não tem planos de ir para o Egito tão cedo, vale passar lá e visitar um pedacinho de 3500 anos.

    O pedestal tem 50 toneladas, e precisou de 32 cavalos para puxa-lo do porto até o Central Park após uma viagem de um mês de barco.

    Esse obelisco faz na verdade conjunto com outro do mesmo formato, que hoje decora a cidade de Londres.

    Cleópatra Needle – Obelisco no Central Park

    Pista de Patinação

    Essa atração acontece somente no inverno, mas um must-do na época! Na verdade há duas pistas no Central Park, mas a mais famosa é a Wollman, perto do Zoológico.

    A pista de gelo está aberta ao público das 10h00 às 14h30 de segunda e terça-feira, das 10h00 às 22h00 de quarta e quinta-feira, das 10h00 às 23h00 de sexta e sábado, e das 10h00 às 21h00 no domingo.

    Custa cerca de 30 dólares entre entrada da pista, aluguel do patins e armário.

    Pista de Patinação

    Placas de Lembranças nos bancos do Central Park

    Cerca de 4000 bancos do Central Park são adotados por moradores que fazem uma contribuição de 10 mil dólares para sua conservação e, em troca, tem o direito a deixar mensagens nos bancos. Há mensagens simples como “Em memória de Mary”, até ensinamentos de vida como “Use o seu tempo para amar mais”.

    Patti & Tom. 18 de Setembro de 2004. O começo do para sempre.

    Aniversário de Casamento de 59 anos em 2008. Em Junho de 1943 o Tenente Nathan Polsky e sua amada Janet sentaram nesse banco do nascer ao por do sol antes dele partir pra guerra no exterior.

    Pra comemorar nossos 60 anos de felicidade. Aqui que tudo começou em Abril de 1942.

    Venha sentar em mim.

    Sente, Relaxe, Respire fundo. Aproveite o dia.

    Aproveite um momento de paz.

    Sonhadores são bem vindos.

    Eu te amo muito e estou ansioso por casarmos. Mas se a gente brigar você vai vir dormir aqui.

    Melania and Donald J. Trump. (Esse vocês conhecem)

    E minha preferida: Seu bumbum aqui.

    Diversas Mensagens no Central Park

    Esse site tem uma lista de algumas centenas de mensagens.

    Quer saber mais sobre o que fazer em Nova York?

    Veja nosso post com a lista do que fazer em Nova York de graça e a lista de Lojas de Nova York – A Quinta Avenida pra já montar seu roteiro que for visitar essa cidade incrível, onde sempre vai parecer que faltou uns dias pra conhecer tudo!

  • Diversos

    BEDA – Os cinco melhores posts da terceira semana

    Seguindo a nossa maratona de posts do BEDA (lembram dele? Significa blog every day, onde criamos um post novo todo dia), chegamos ao final da terceira semana de blogueiragem, e com isso gostaria de deixar aqui meus posts favoritos dos guerreiros que estão nessa batalha comigo! Aproveita pra ver a lista da primeira semana e a lista da segunda semana!

    BEDA – Blog Every Day

    O que é a Maratona de Posts BEDA?

    Dia 31 de Agosto é considerado o dia do blog! Este dia foi escolhido pela data parecer com a palavra BLOG (lembra da linguagem nerd da época de Matrix?? BLOG = 3108). Para se preparar para o grande dia surgiu o movimento “BEDA – Blog Everyday August” que, como o próprio nome já diz, é um desafio para os blogueiros postarem todos os dias. Isso mesmo que você ouviu. Para um blog que teve um post de Hello, World e uns 3 posts de listas em 2 anos (e mesmo assim, nossa lista sobre lugares incríveis para pedir sua namorada em casamento está entre os 50 primeiros do google), teremos que fazer uma maratona de 31 posts em 31 dias (ou carinhosamente chamada de BEDA)!

    Meus cinco posts preferidos na terceira semana:

    Como forma de incentivo um ao outro ( e também como forma de feedback), cada blog participante indica cinco posts que mais gostaram de cada semana. Então segue aqui a minha lista dos cinco posts dessa semana para vocês conhecerem um pouco mais sobre o que cada blogueiro escreve!

    Free Walking Tour Lisboa

    O Roberto do blog DeLugarNenhum fez um post ótimo sobre Lisboa e o Free Walking Tour. Pra quem não sabe esse é um dos nossos formatos preferidos de passeio em que um guia voluntário leva as pessoas para conhecer sua cidade, e geralmente tem informações que você não encontra em blogs, além de tirar todas suas dúvidas. No final você dá uma gorjeta no valor que acha que valeu!

    Monte Verde (MG): trilhas e passeios gratuitos (ou quase)

    A Daniela do ViajaTerapia falou sobre sua viage pra Monte Verde! Adoramos as cidadezinhas de Minas Gerais, cada uma com seu estilo do interior, a hospitalidade da população e as comidas feitas com ingredientes locais que são especiais! Quando voltarmos pro Brasil já queremos viajar pra Minas de novo!

    Locais instagramáveis em Portugal

    A Patrícia do DescobrirViajando fez um post com fotos lindas, ótimo para encerrar um domingo! Ninguém sabe dos nossos bastidores, mas sempre que vamos pra algum lugar dou uma pesquisada nos lugares mais instagramáveis, afinal nosso Instagram que ainda traz o sustento né? haha

    A famosa Prisão de Alcatraz em São Francisco

    Passamos alguns dias na cidade mês passado e esse foi um dos passeios que fizemos! O Felipe do MapadeViajante fez um post bem detalhado com preços e horários da visita a ilha de Alcatraz. Na minha opinião esse passeio é imperdível mesmo, na lista de prioridades de São Francisco logo depois da Golden Gate. Nós fizemos uma listinha O que fazer em San Francisco em 3 dias.

    Como Viajar de Graça nos Aviões da FAB?

    Isso aqui tá na minha lista há um bom tempo! Tem uma forma de viajar de graça nos aviões militares da Força Aérea, e de vez em quando você consegue até mesmo os grandes cargueiros e tal! Ainda não consegui fazer, mas logo que voltar ao Brasil vou tentar e o Moisés do ViajandoComMoisés deu todas as dicas nesse post!

  • Nova York

    O que fazer em Nova York de graça

    Com o dólar custando quase 6 reais na hora que eu estou escrevendo esse post (e subindo), é uma brisa na alma ler sobre o que fazer em Nova York de graça, pra que a gente possa economizar nosso rico dinheirinho.

    Essa lista vai te fazer não apenas conhecer algumas das principais atrações e pontos turísticos, mas caminhar por lugares que os locais passam e vivem, experimentando um pouco mais de sua cultura.

    Sempre que visitamos Nova York damos uma passada nessa lista de lugares que sempre tem algo novo para se ver ou se fazer de graça. A última vez foi agora em Julho de 2021, então ela está atualizadíssima!

    1 – Passear pela Times Square

    Aqui é onde tudo acontece, um dos lugares mais importantes do mundo. Um passeio pra ser feito duas vezes (de dia e de noite), mas provavelmente você vai repeti-lo pela diversão, principalmente se ficar hospedado próximo daqui. Não deixe de comer um donuts na Krispy Kreme (eles tem uma edição especial de Nova York em formato de maçã, mas não é de graça, nem barato), tirar uma foto na escadaria vermelha da TKTs, ver todas as luzes e telões e a grande bandeira dos EUA (que é um telão de recrutamento do exército americano).

    A Times Square ainda é famosa por suas lojas de chocolate que você deve visitar:

    • M&Ms World – Com uma parede de chocolates de 15 metros de largura e dois andares. Essa parede tem tubos com M&Ms de diferentes cores e você pode montar o seu saquinho com suas cores preferidas (e paga por peso)! Geralmente tem até tubos temáticos como as cores da bandeira do Brasil. A loja de Nova York ainda tem estátuas temáticas (como a da liberdade e do John Travolta) e um vidro com uma ótima vista da Times Square de graça. Também é possível personalizar um M&Ms com imagem ou texto!
    • Hershey´s Chocolate World– Essa loja também tem uma parede com tubos de chocolates pra você montar seu saquinho. As diferenças são que a Hershey´s tem diversos bombons de sabores diferentes, incluindo os famosos Hershey´s Kisses! Outra diferença é que você paga um valor fixo pelo tamanho do saquinho, independente de quantos bombons você consegue colocar ali dentro (recebemos uma dica da funcionária que não precisava fechar o saquinho, então se conseguisse empilhar os bombons sem cair estava valendo!). Também vende todos os produtos com a marca como camisetas, toalhas, bonés e meias e geralmente oferece brindes quando gasta um certo valor!

    Apesar das lojas de chocolates, aqui na Times Square não é o melhor lugar para comer, já que tudo é um pouco overpriced (um cachorro quente estilo Manhattan, com apenas pão, salsicha, ketchup e mostarda está custando 5 dólares), mas se você estiver com fome vale a pena visitar o Oliver Garden que tem pratos no almoço por 16 dólares (mas vá no almoço, porque no jantar os mesmos pratos saem por mais de 25 e há filas de uma hora).

    Passear pela Times Square

    2 – Passear pela Quinta Avenida de Nova York

    A Quinta Avenida de Nova York tem na verdade mais de 10 km de extensão, inclusive acompanhando o lado maior do Central Park (em um dos pontos você encontra o Museu Guggenheim). A parte mais interessante fica entre as ruas 59th e 34th. Nesses quarteirões você vai encontrar lojas que são atrações por si só.

    Escrevemos um post detalhado com as atrações em cada uma dessas lojas. Vale a pena visitar o post Lojas de Nova York – A Quinta Avenida. Todas as grandes marcas possuem uma flagship aqui, incluindo:

    • Apple Store
    • Nike – House of Innovation 000
    • SAKs Fifth Avenue
    • F.A.O Schwarz
    • Lego Flagship Store
    • Tiffany & Co
    • Gucci, Louis Vitton, Prada, Versace, Adidas, Puma, Victoria Secret, Rolex, Armani, Uniqlo, etc..

    Além das lojas há também famosas atrações turísticas nessa região de Nova York que cobram a entrada, mas que podem ser vistas por fora de graça como o Empire State Building (prédio que o King Kong sobre quando captura a donzela), Flatiron Building (Edíficio triangular que ganhou esse nome porque lembra um ferro de passar roupas), o Rockfeller Center (onde tem a árvore de natal gigante e a pista de patinação no inverno) e a famosa Catedral de St. Patricks.

    Passear pela Quinta Avenida de Nova York

    3 – Caminhar pelo Central Park

    Que Manhattan era o centro de Nova York você já sabia, mas que é uma ilha e foi comprada em 1626 por US$ 24 dos índios e foi totalmente desenhada e planejada em 1811 é novidade pra muita gente. No centro da ilha deixaram um espaço para o Central Park, provavelmente o parque com melhor localização do mundo.

    Até mesmo os lagos, morros e pedras do Central Park são planejados. O parque é tão grande que em uma visita você conhece apenas uma pequena parte. Uma listinha de alguns lugares que você pode visitar, e algumas coisas que você pode fazer:

    • Visitar o Castelo Belvedere
    • Andar de barco a remo no lago
    • Ver o Memorial para John Lennon
    • Andar no Carrossel do Central Park
    • Ver um pedacinho do Egito de 3500 anos
    Caminhar pelo Central Park

    4 – Conhecer Grand Central Terminal

    A primeira vista pode parecer apenas um terminal de trens, mas as surpresas começam logo na entrada do Grand Central Terminal com o grupo de esculturas que simbolizam a sabedoria, velocidade e força, e logo abaixo o grande relógio, que contém o maior vidro Tiffany do mundo. A entrada também tem esculturas de águias com olhares furiosos, o que mantém as pombas longe.

    Construída em 1871, por ela passam mais de 100 mil pessoas todos os dias. Seu hall principal já apareceu em algumas dezenas de filmes como X-Men, Avengers e até os Pinguins de Madagascar. O seu teto possui uma pintura das constelações ao contrário, que de acordo com o autor simbolizava a forma com que Deus via as estrelas. O relógio do hall principal custa 10 milhões de dólares e, assim como os outros relógios da estação, está sempre um minuto adiantado para garantir que os passageiros não se atrasem.

    O restaurante de ostras do subsolo é um dos mais famosos do mundo desde 1913 e tem 440 lugares. As ostras são trazidas diretamente do rio Hudson.

    Logo em frente do Oyster Bar temos a Galeria dos Sussurros! Na verdade é uma passagem em arcos em que, se uma pessoa se coloca em um dos cantos e fala algumas palavras, mesmo que sussurrando, na outra ponta alguém poderá ouvir como se estivesse ao lado! Ótimo para se divertir após alguns drinks e ostras no restaurante.

    Conhecer Grand Central Terminal

    5 – Atravessar Brooklyn Bridge

    A ponte foi construída em 1883 para ligar a ilha de Manhattan com o distrito do Brooklyn. Quando foi inaugurada rumores indicavam que ela poderia cair a qualquer momento, e para acabar com esses boatos o dono de um circo atravessou a ponte com 21 elefantes!

    Ela tem 1,8 km, então coloque sapatos confortáveis (e vista roupas coloridas para as fotos)! Comece sua caminhada do lado de Manhattan, que você pode chegar por várias estações de metrô ou vir caminhando do World Trade Center.

    Ao chegar do outro lado o passeio está só começando. A região é chamada de DUMBO e é uma das mais cool de NY. Ali fica o TimeOut Market que é como uma praça de alimentação, mas apenas com restaurantes selecionados. O Bridge Park tem vistas incríveis para as duas pontes, Manhattan Bridge e Brooklyn Bridge. Aqui temos outro carrossel para aproveitar com as crianças por apenas 2 dólares.

    Atravessar Brooklyn Bridge

    6 – Memorial 11 de Setembro e estação Oculus

    Apesar do Museu do 11 de setembro de Nova York ser uma atração paga, a visita às fontes que fazem parte do memorial é de graça e o passeio impressionante. São dois grandes buracos no solo com uma espécie de cascata para dentro deles, nos lugares onde antes ficavam as torres. Os nomes de todas as vítimas estão gravados no mármore preto, o que ajuda a deixar a energia do local bem pesada. Vale a visita e a lembrança.

    No mesmo local está a estação de metro Oculus, criada pelo mesmo arquiteto que fez o museu do amanhã no Rio de Janeiro (dá pra reparar nas semelhanças?). Oculus em latim significa olho, e a estação representa um olho que inclusive abre uma vez por ano, exatamente no aniversário do 11 de setembro e sua luz bate com mais força as 10h28, hora em que o primeiro avião colidiu com a torre. Dentro da estação há grandes bandeiras gigantes dos EUA e lojas de grandes marcas.

    Memorial 11 de Setembro e estação Oculus

    7 – Passear pelo High Line

    Em 2003 a organização Amigos do Highline abriu um concurso para definir o que seria feito com o espaço que antes era uma ferrovia de 2km elevada em meio a cidade de Nova York que antes transportava cargas entre os diferentes armazéns da cidade ara reduzir o trafego de caminhões. Receberam diversas ideias, até mesmo fazer uma piscina ou uma montanha russa.

    O High Line Park foi inaugurado em 2009, portanto é uma das atrações mais novas de NY. Como o parque é elevado ele fica na altura de alguns prédios comerciais e residenciais. Algo bem interessante. Imagine que antes você tinha um trem logo cedo passando na sua janela (e com isso um imóvel super desvalorizado) e agora você tem um parque cheio de árvores e vida. Inclusive um dos principais argumentos da associação foi que a valorização dos imóveis traria mais impostos para a prefeitura, e a longo prazo o parque se pagaria!

    Em São Paulo a ideia era que o Minhocão, famoso elevado, fosse transformado no High Line brasileiro, mas o processo é criticado por muita gente que acredita que a criação de um parque valorizaria de tal forma os apartamentos, que a população mais pobre não teria como continuar bancando e seria expulsa pra outras regiões da cidade.

    Passear pelo High Line

    8 – Montar no Touro de Wall Street

    Uma estátua que você pode e é encorajado a subir, passar a mão nos chifres e até nas partes baixas. O Touro de Wall Street é tão famoso quanto a Estátua da Liberdade. Hoje em dia ele simboliza o capitalismo no geral, mas originalmente ele era usado pelos “faria limers” e similares como um símbolo de subida das ações na bolsa de valores (já que o touro faz o movimento com a cabeça e os chifres para arremessar para o alto). Diferente do urso que sinaliza a queda com o seu movimento de patas de cima para baixo.

    A história do touro é bem interessante. Um italiano levou 2 anos pra produzir o monumento de 3200kg de bronze após um crash da bolsa em 1987. Ele então o levou em uma caminhonete e colocou embaixo de uma árvore de natal que estava montada na porta do prédio da Bolsa de Valores, como um presente para os nova iorquinos. No mesmo dia a polícia retirou a estátua e levou ao local que está até hoje. Oficialmente o dono da estátua ainda é o italiano, já que ele não quer doar para a cidade, apenas vender para algum interessado que prometa não tira-la do lugar.

    Em 2017 colocaram a estátua chamada Fearless Girl em frente ao touro. O objetivo era colocar um contraponto de uma menina, que apesar de pequena, não teria medo daquele monstro (e uma lembrança a luta do feminismo). Após algum tempo a nova estátua mudou para frente da bolsa de valores, mas continua exibindo os mesmos ideais.

    Montar no Touro de Wall Street

    9 – Ver a Estátua da Liberdade

    Nenhuma visita a NY é completa sem ver a Estátua da Liberdade de pertinho. Para isso há duas opções: contratar um tour que sai do Battery Park e te leva até a ilha a partir de 23 dólares. Dessa forma você pode tirar as fotos ao pé da estátua e ver o museu que fica em seu pedestal. Por um valor extra você também pode subir os 162 degraus até a sua cabeça!

    A outra opção é de graça e passa bem perto, você pode pegar um ferry no Pier Whitehall em Nova York que leva até Staten Island e passa bem próximo à ilha. O ferry é subsidiado pelo governo para que os 70 mil trabalhadores diariamente possam fazer o trajeto, mas os turistas aproveitam o passeio grátis para um tour aquático.

    Se interessar, chegando em Staten Island há ainda um outlet com algumas marcas conhecidas (ele ainda é bem novo, então há várias lojas vazias). É o único outlet do estado de NY, que tem taxas reduzidas, mas falamos disso em outro post. Todos os outros outlets conhecidos na região ficam em New Jersey. No final é só pegar o mesmo ferry gratuito de volta.

    Ver a Estátua da Liberdade