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Soraya Gonçalves

  • Sem classificação, Suíça

    Nosso Roteiro na Suíça

    Nosso roteiro na Suíça não foi dos mais comuns, ficamos 15 dias em Zurique cuidando de 2 gatinhos incríveis e fofos! Geralmente ficamos hospedados na casa de quem precisa que cuide dos seus pets através da plataforma Trusted House Sitters, saiba mais sobre isso aqui.

    Nós na Cidade de Zurique

    Suíça é um país com custos bem acima da média da Europa, contudo nos surpreendeu com os preços até quando comparamos com os países nórdicos, por isso os roteiros pela Suíça acabam sendo compactos. Veja nossos gastos na Finlândia (em breve). Nesse post falamos sobre os preços na Suíça (em breve).

    Zurique – nossa cidade base no roteiro pela Suíça

    Em alguns dias aproveitamos a cidade em si, Zurique, que nos surpreendeu muito com excelentes museus como o da Lindt e da Fifa. Também fizemos passeios fora da rota turística como andar de bicicleta e dar um mergulho no rio do meio da cidade, sim, pode parecer inacreditável, mas no verão é possível.

    Eu me acabando de comer chocolate no museu da Lindt

    Para aproveitar os outros dias compramos o Swiss Travel Pass para 8 dias, passe que dá direito a andar pelos transportes do país e a algumas atrações. Não é um passe barato, porém ele nos trouxe economia e conforto para explorar esse país impressionante e lacrar no nosso roteiro na Suíça.

    De ante mão aviso que sempre fizemos bate e volta dos lugares a partir de Zurique, afinal tínhamos que voltar para cuidar dos gatinhos! Apesar de não ser a melhor opção era a que tínhamos e como a malha ferroviária é muito bem conectada e eficiente foi possível! No final achamos que aproveitamos bem nosso tempo por lá!

    Interlaken – cidade dos contos de fadas

    Nosso primeiro bate e volta foi pra Interlaken. Para um bom roteiro na Suíça o ideal é ficar pelo menos dois dias por lá, portanto fizemos bate e volta 2 vezes! Em Interlaken além de passear pelo centrinho, nós fizemos o passeio de barco pelo lago Brienz, incluso no Swiss Travel Pass. No meio do passeio fizemos uma parada em Iseltwald, e voltamos pra cidade. Subimos com o funicular até Harder Kulm, lá tem uma vista magnífica da cidade e podemos perceber ainda mais a cor estonteante do rio Aar.

    Nós e a vista estonteante para a cidade de Interlaken

    Depois fomos até o lago Blausee, que fica mais ou menos 40 min de Interlaken e é perfeitamente possível fazer de transporte público. A transparência desse lago é realmente impressionante e foi um dos mais bonitos que vimos na Suíça (quiçá no mundo!).

    Lago Blausee, um dos pontos altos do nosso roteiro pela Suíça

    No segundo dia que fomos até Interlaken conhecemos Grindelwald e subimos até Jungfraujoch, que apesar de chamarem de Top of Europe (topo da Europa) não é o pico mais alto do continente europeu (sim, por muito tempo acreditei nisso). O ponto mais alto fica na Rússia, com 5.642m, a montanha Elbrus. 

    Esse passeio não está incluído no passe, mas você tem 25% de desconto e é uma ferrovia lendária, já que foi toda escavada na rocha. Lá em cima você consegue ver neve mesmo no verão, é um glaciar, ou seja, o gelo nunca derrete.

    Montreux – Lavaux – quem disse que a Suíça não tem vinho!

    Fizemos bate e volta também para a região de Montreux e Lavaux. Em outra viagem já fiquei hospedada em Montreux, mas não há muito o que fazer pela cidade, recomendo portanto ficar hospedados em Lausanne e fazer um bate e volta para a região.

    O mais famoso em Montreux é sem dúvida o castelo de Chillon, que não fica no centro, mas você pode chegar até ele fazendo um lindo passeio de barco, ambos estão incluídos no passe.

    Lavaux é a região vinícola da Suíça, lá você pode experimentar excelentes vinhos e conhecer os vinhedos que são patrimônio da Unesco, pois ficam encravados nas montanhas que beiram o lago Genebra, é lindo de se ver.

    Lucerna – cidade do bondinho conversível

    Em outro dia fomos até a região de Lucerna, outra cidade que recomendo se hospedar. Em Lucerna fomos até a montanha Riga, subimos de bondinho mais o trem de cremalheira e descemos só com o trem de cremalheira, passeio perfeito que gostaríamos ter tido mais tempo para aproveitar.

    Exploramos a cidade que é maravilhosa e fizemos o passeio do Cabrio Bahn, o bondinho conversível. O bondinho é aberto na parte de cima para que você possa tirar o melhor da vista que a montanha oferece. Veja aqui o que fazer em Lucerna (em breve).

    Passeio no Bondinho Conversível Cabrio Bahn

    Bernina Express – ponto alto do nosso roteiro na Suíça

    Outro passeio que fizemos foi de trem com o Bernina Express, a ida de trem é um passeio por si só, as paisagens são estonteantes! Esse trem sai de Chur e vai até Tirano na Itália. Contudo, apesar do trem estar incluído no Swiss Travel Pass a reserva pros vagões panorâmicos não estão, portanto é necessário fazer a reserva com antecedência e pagar pelo assento.

    Nesse passeio fizemos uma parada rápida na cidade de St Moritz e Chur, St Moritz não tem muito o que explorar no verão, achamos que não valeu a pena parar, já Chur parecia uma cidade de boneca.

    Nem saímos da estação de Tirano, pois lá descobrimos um trem todo aberto,  ele só opera no verão e queríamos experimentar! Esse trem também aceita o passe suíço e não precisa de reserva de assento, sem dúvida foi uma experiência inesquecível. Saiba mais aqui.

    Leinchtenstein – adicionando um país no roteiro da Suíça

    Leinchtenstein é um dos micro países da Europa e fica coladinho com a Suíça. Apenas um dia é suficiente para explorar a capital e um bate e volta de Zurique foi super tranquilo, dá pra incluir facilmente no seu roteiro na Suíça. Ah, os ônibus de Leinchstein também estão incluídos no passe suíço, uma maravilha!

    Ponte que divide a Suíça e Liechtenstein

    Zermatt – destino de inverno no verão

    Essa cidade é incrível e saiu diretamente dos contos de fadas! À primeira vista é um destino super disputado no inverno, porém no verão também guarda sua beleza e se vocês também incluiria no roteiro pela Suíça. É a cidade do famoso Matterhorn, o pico do chocolate Toblerone. Foi o mais cansativos dos bate e voltas de Zurique e nenhuma cidade grande fica muito perto de lá. 

    Zermatt, a cidade do pico do chocolate Toblerone

    Lá subimos com o trem até Gornergrat, onde você tem uma vista especial para o Matterhorn e um complexo com algumas atividades para os turistas. Na volta fizemos parte do trajeto à pé, a região tem muitas trilha para serem exploradas no verão. Também procuramos as ovelhas (tem até um site para isso) e foi pura doçura!

    St Gallen – bate e volta rapidinho

    Essa eu passei! Só o Raphael fez bate e volta para a cidadezinha e amou. As atrações mais famosas na cidade são a igreja e a biblioteca. A biblioteca fica junto à igreja e tem manuscritos de mais de 600 anos e, além de não poder tirar foto, não pode nem entrar de sapato!

    Museu da FIFA – pra finalizar Zurique

    Na volta de St Gallen encontrei o Raphael no museu da FIFA, um museu com preço salgado, porém que também está incluso no passe, por isso aproveitamos e valeu muito! Ele é todo interativo e super divertido.

    Esse museu serviu de referência para criação do museu do futebol em São Paulo, onde é o estádio do Pacaembú, a propósito, se você não conhece está aí um lugar fantástico para explorar em São Paulo.

    Concluindo, acho que aproveitamos muito nosso passe e tivemos momentos ímpares na Suíça, mesmo sendo cansativo faria tudo de novo e se tivesse a oportunidade de pernoitar nas cidades, melhor ainda!

  • Grécia

    Comida Típica da Grécia

    Qual comida típica da Grécia você não pode deixar de experimentar!

    A Grécia tem uma cultura muito rica, principalmente quando se diz respeito a comida típica grega!

    Algumas dessas delícias podem ser experimentadas no Brasil e se tem um restaurante que já comemos e achamos parecido com o que comemos na Grécia é o Acropolis, que fica no Bom Retiro em São Paulo! Lá você pode encontrar comida típica da Grécia de verdade!

    Todavia já aviso que o lugar é simples, porém a comida é maravilhosa.

    Vinhos Gregos

    Apesar de não consumirmos tanto no Brasil os vinhos gregos são de excelente qualidade devido à combinação das circunstâncias que as uvas são cultivados, solo cheio de nutrientes (vulcânico), tempo seco, proximidade com o mar.

    Tomando vinho ao pôr do sol em Santorini

    Pita Gyrus (melhor comida típica da Grécia)

    Antes de mais nada preciso dizer que amamos esse prato! Se tem uma comida típica da Grécia que não pode faltar é o Pita Gyrus.

    Esse meio sanduíche é feito com pão pita (aquele que é redondo e mais achatado), batata frita, carne (do churrasco grego), pepino, molho, tomate. Enfim, uma perdição pro paladar e pro bolso, é bem baratinho.

    Pita Gyrus: comida de rua mais típica da Grécia

    Azeite de Oliva e Azeitona

    Pelas ilhas a produção de azeitona domina e eles usam tanto para consumir como petisco como para o azeite, que é de extrema qualidade! Aliás é uma ótima lembrancinha, quem não ia adorar ganhar um azeite grego!

    Queijo Feta

    À primeira vista pode parecer um queijo comum, mas é um queijo de cabra, bem branquinho e salgadinho. Pode ser na chapa ou frio regado à azeite e temperos. Contudo ele pode ser doce também, regado com mel e gergelim, um verdadeiro deleite!

    Salada Grega

    Vem com tomates suculentos, azeitonas, pepino, queijo feta, regada com um bom azeite e molho de iogurte, porém ela pode ter algumas variações dependendo da região, mas sempre uma delícia.

    Iogurte

    Essa é a comida típica da Grécia mais famosa entre nós brasileiros. Definitivamente a fama do iogurte grego não é pra menos, ele é bem denso e com um sabor inigualável! Dá pra comer ele puro, mas com mel e frutas fica mais gostoso ainda!

    Iogurte grego com mel, granola e frutas!

    Moussaka

    Essa “lasanha” de beringela atrai até mesmo quem não gosta do legume, bem temperada ela vem com carne moída e um creminho por cima! Às vezes tem a opção vegetariana quando substituem a carne pela ricota.

    Moussaka: prato grego com beringela e carne

    Pastício ou Pastitsio

    Assim como a Moussaka o Pastício parece uma lasanha, porém ao invés do macarrão de lasanha eles usam macarrão em tubinhos e molho bechamel.

    Pastício: parece uma moussaka, mas feito com macarrão.

    Salada de Polvo

    Nas ilhas os frutos do mar fazem a vez e o polvo vem bem macio e derretendo na boca na salada, com aquele azeite delicioso pra fechar tudo! A salada vem bem temperada e bem servida, portanto acaba sendo uma refeição nos dias mais quentes.

    Salada de Polvo

    Tomate Recheado (pior comida típica da Grécia)

    Em primeiro lugar os tomates in natura já são maravilhosos! Os tomates por lá são bem vermelhos e docinhos e um pratos que encontramos é ele recheado com arroz temperado, é gostoso mas podia ser melhor. 😬

    Dolmas

    Esse prato está presente na culinária de diversos países e é fácil de encontrar no Brasil, mas os gregos amam, portanto não podia faltar! São os famosos charutos de folha de uva!

    Dolmas ou os famosos charutos no Brasil

    E tem muito mais delícias! Você conhece mais algum restaurante grego para indicar? Comenta aqui pra gente saber!

    Uzo ou Ouzo (não é comida típica da Grécia, mas é bebida!)

    Bebida com alto teor alcóolico, feita com anis, bem parecida com o arak, portanto é como a versão árabe da bebida. Ela é transparente, mas quando adiciona água ela fica com aspecto leitoso.

    Ouzo: bebida típica grega feita com anis!

    Ainda não bateu a fome, mas quer continuar vendo comidas?

    Não deixe de conferir as comidas típicas de outros lugares do mundo dos posts dos nossos amigos! Por fim, já aviso que vai dar fome!

    Comida Mineira: Quais os melhores pratos!

    Comida Típica do Uruguai 10 Pratos Imperdíveis

    Os melhores petiscos portugueses

    O que comer em João Pessoa (PB)

    Saboreando as delícias da dieta Mediterrânea

    Onde comer no Recife comida regional

    Comida Típica da Espanha

    Onde comer no bairro da Liberdade

    Comida Afetiva

    Comidas de Praga e da República Tcheca

    Comidas típicas da Bahia

    Mas não vivemos só de Comida Típica da Grécia! Saiba Mais!

    Quer saber a melhor época para visitar as Ilhas Gregas? Não deixe de conferir nosso post! – Melhor Época para Visitar as Ilhas Gregas.

    Confira nossos Gastos em Santorini em 2020.

  • Estados Unidos

    Napa Valley o que fazer: ROTEIRO DE ÔNIBUS

    Se está afim de ir pro Napa Valley e não quer alugar carro para fazer as vinícolas porque vai beber e não quer gastar muito com um tour ou carro para ir até as vinícolas confere esse post!

    Nós tomando um bom vinho no Napa Valley

    Vamos desgoumertizar (se é que essa palavra existe) o Napa Valley, visitamos as vinícolas de ônibus e não foi perrengue!

    Infelizmente o Google.maps não nos mostra opção de como usar o ônibus, mas ele passa de hora em hora e é bem fácil. Você pode conferir todos os ônibus da região no site oficial, lá também tem os horários e rotas. Veja as rotas mais longas disponíveis.

    Rotas de ônibus no Napa Valley

    Como vocês podem ver a rota 10 é a mais longa delas e onde está marcado Soscol Gateway Transit Center é a rodoviária da região. Foi lá que chegamos de ônibus de San Francisco, fomos de BART (tipo um metrô) até a estação El Cerrito del Norte e lá pegamos o ônibus 29.

    Onde nos Hospedamos

    Nós ficamos hospedados em Napa mesmo, a primeira cidade da região e a maior delas (ficamos no Hawthorn Suites by Wyndham) ele fica perto do ponto da Kansas Avenue, ou seja, foi escolhido principalmente por isso. De lá fomos a pé até o centrinho da cidade para conhecer os restaurantes e as lojinhas.

    O Ponto da linha 10 mais próximo ao nosso hotel.

    A hospedagem foi bem agradável e o café da manhã farto, quando fomos ainda tinham algumas restrições em relação à pandemia e você solicitava o café na noite anterior, na manhã seguinte buscava para comer no quarto.

    Emitimos com pontos Azul, mas ele também está disponível no booking. Bem perto tem alguns comércios como a Marshalls, o Chipotle (rede de fast food), a MOD Pizza, o KFC. Talvez não seja a localização perfeita ou o hotel mais legal por lá, mas funcionou bastante pra gente.

    Napa Valley o que fazer: Dia 1

    No primeiro dia logo cedo pegamos o ônibus 10, você pode conferir os horários aqui, com direção ao norte para ir até a Robert Mondavi. Ele saia a menos de 2 minutos caminhando do hotel, era bem fácil.

    Para a degustação na Robert Mondavi fizemos a reserva com antecedência e a opção com 4 vinhos custou 60$. Os dois primeiros não gostamos muito, mas os dois últimos eram muito bons!

    Degustação de vinhos na vinícola Robert Mondavi

    Depois voltamos no ponto que descemos e pegamos o mesmo ônibus 10 em direção à V Sattui. Essa vinícola tem um preço bem acessível e um mercado, onde você pode comprar produtos pra fazer um picnic no seu jardim. Nós optamos por não fazer a degustação lá mas compramos várias coisas pra fazer um picnic bem gostoso e relaxar um pouco. O lugar é lindo e tem toda uma estrutura para isso.

    Área de Picnic da V. Sattui onde almoçamos

    Depois da barriguinha cheia fomos caminhando até a Hall, uma vinícola bem moderna e com ambientes lindos para fotografar. Você pode escolher fazer mais uma degustação ou apenas pedir uma taça de vinho e aproveitar o ambiente lindíssimo!

    A vinícola Hall tem ambientes lindos para fotografar

    De lá pegamos o ônibus de volta para o hotel, o mesmo número 10, mas com o sentido Sul.

    Napa Valley o que fazer: Dia 2

    No dia seguinte tínhamos visita agendada na Castello di Amorosa, os vinhos não são tão famosos (mas achamos bem gostosos) e o ambiente impressiona, afinal é um castelo estilo medieval no meio da Califórnia! Fomos com o mesmo ônibus número 10, só que agora o trajeto é mais demorado.

    Castello di Amorosa, uma das vinícolas do Napa Valley

    Escolhemos a degustação com chocolates e custou U$75 já com as taxas incluídas. Foi uma delícia, contudo aquantidade de vinho servida é bem pouca. De qualquer forma deu pra harmonizar com os chocolates e foi um show de sabores.

    Nós esperando a degustação com chocolates do Castello di Amorosa

    Antes de entrar na vinícola vá até o letreiro do Napa Valley (achou que só porque estava de ônibus não ia ter uma foto ali!) depois suba para a vinícola.

    Nosso foto com o letreiro

    Ainda dava pra encaixar mais uma vinícola, mas tínhamos que voltar pra São Francisco! Voltamos com o mesmo ônibus 10.

    Quais vinícolas conhecer?

    Antes de tudo nós decidimos quais vinícolas conhecer usando o post completíssimo do Ideias na Mala, lá tem várias informações sobre vinícolas que ela já visitou. Foi um misto de interesse pela vinícola e a facilidade de acesso a partir do ônibus.

    Eu recomendo no máximo 3 vinícolas por dia e pra ficar um roteiro bem gostoso eu recomendo 2 por dia. Aí quanto tempo ficar vai mais de você e do seu interesse, mas gente passar de 4 dias nessas regiões visitando vinícolas todo dia já cansa, preferimos mesclar com outros atrativos da região.

    Não perdi a oportunidade de experimentar uma uvinha!

    Valeu a pena?

    Primeiramente não vamos negar que você tem uma facilidade de acesso reduzida, caso estivesse com um carro você teria acesso a algumas vinícolas mais distantes da rota principal e poderia ter uma experiência diferente.

    Mas o fato de poder beber tranquilamente e gastar pouco fizeram valer muito a pena. Com certeza se voltasse ao Napa Valley faria dessa forma novamente.

    Não deixe de conferir!

    Roteiro de 3 dias de San Francisco

  • Diversos, Tutoriais

    Aluguel de Motorhome: locação barata pelo site Imoova

    Estávamos nos EUA em pleno verão e quando a pandemia começava a dar sinais de melhora, era uma época perfeita para explorar os parques da região da Costa Oeste. Logo pensamos no aluguel de motorhome para explorar a região, porém nem sempre os preços são convidativos.

    Resolvemos testar o serviço de relocação de carros, em outras palavras é do que uma locação de veículo porém com data e saída definidas e destino certo.

    As empresas oferecem o veículo por um valor bem abaixo dos praticados pelo mercado porque a intenção dela não é vender o serviço de locação, mas sim que você leve o carro no destino que eles precisam.

    Nós na Rota 66

    Como funciona a relocação de veículos?

    Vou exemplificar melhor, você está de férias com sua família pela Costa Oeste dos EUA e resolve alugar um Motorhome para ir de São Francisco até Las Vegas.

    Sua intenção não é voltar para São Francisco e sim terminar sua viagem em Las Vegas, para isso você paga uma taxa extra e deixa o carro em outra filial da empresa de locação de veículos.

    A empresa precisa retornar o veículo para São Francisco, contudo não há muita demanda na rota Las Vegas – São Francisco, portanto ela oferece benefícios para quem quer levar o veículo de volta.

    Motorhome no Camping do Sequoia National Park

    Quanto custa o aluguel de Motorhome?

    Os carros normalmente custam de U$1 a U$10 por dia, sim, eu não errei a digitação. Um aluguel de motorhome que chega custar U$180 a diária, sai por apenas U$1, e algumas empresas dão até um voucher de combustível.

    Contudo nem tudo são flores e esses carros tem além da origem e destino definidos também tem datas definidas e quantidade de diárias limitadas. Frequentemente é uma faixa de data que tem uma flexibilidade de até uma semana, porém o mais comum é de apenas 1 ou 2 dias e nem sempre são divulgados com muita antecedência.

    Onde encontro aluguel de Motorhome barato?

    Os carros não são oferecidos pelos sites das locadoras que conhecemos e sim por um parceiro. Um dos melhores sites que juntam as ofertas é o Imoova, que foi o que utilizamos para encontrar nosso aluguel de Motorhome.

    O Imoova tem o serviço de aviso no site, mas é sempre bom estar de olho pois não funciona tão bem. Nós olhávamos todos os dias, até que um dia apareceu!

    Tudo isso é difícil conciliar em umas férias corridas, mas com um pouco de flexibilidade você consegue. Não é sempre que esses carros estão disponíveis. Em alta temporada pode ser mais fácil de ter disponibilidade pois há também uma alta demanda de turistas fazendo os trajetos mais clássicos.

    Nosso Motorhome alugado em San Francisco

    Principais Dicas:

    Agora vamos às principais dicas:

    • Tenha flexibilidade nas suas datas, com isso á mais fácil encaixar os dias disponíveis dos carros
    • Coloque aviso nos sites parceiros, como o Imoova
    • Tenha flexibilidade no seu roteiro, nem sempre vai dar pra fazer todos os pontos que deseja
    • Busque cidades próximas a que você estará
    • Olhe a disponibilidade pelo país antes mesmo de viajar, nesse meio tempo você terá uma noção das rotas mais comuns e conseguirá ter uma ideia de planejamento.

    Quer saber mais?

    Quer saber como foi nosso processo de locação pelo Imoova? Clique aqui.

    O Euclides e a Lu do blog Casal a Bordo comercializa um E-book sobre motorhomes completo. Para saber mais clique aqui.

    Nossa viagem terminou em San Francisco! Aqui tem um roteiro de 3 dias pela cidade.

  • Grécia

    Gastos em Santorini em 2020

    Uma das primeiras coisas que pesquisamos quando começamos a pensar em um lugar para viajar são os gastos que teremos (claro que depois do que tem pra visitar no lugar eheheh), até para nos prepararmos e programarmos.

    Portanto vai um retrato da média de gastos que tivemos em Setembro de 2020 em Santorini. Aqui os preços variam muito de acordo com a alta temporada (julho/agosto), começo/fim de temporada (fim de maio, junho e setembro) e baixa temporada (os outros meses). Lembrando que estivemos em um período difícil para o turismo, período de pandemia, portanto teve baixa de preços. Os preços na alta temporada costumam ser 50% mais caros que isso, podem acreditar!

    • Aluguel de carro: 30€ diária para 1 único dia, caso alugue mais dias o valor da diária cai. Esse foi o modelo mais barato, manual: o quadriciclo é acima de 40€. Caso queira um carro automático esse valor sobre pra 40€ também.
    • Gasolina: 7€ para rodar um dia pela ilha, um dia completo de ponta a ponta. Se você for ficar mais de 1 dia com o carro provavelmente vai gastar menos que 7€ por dia. A dica aqui é pegar uma locadora perto do seu hotel ou alguma que leve o carro até você.
    • Estacionamento: FREE – a pousada tinha estacionamento e sempre tem perto das atrações também. A maioria das acomodações tem estacionamento, caso a sua não tenha você pode negociar com a locadora pra deixar no estacionamento dela ou pegar o carro no começo do dia e devolver no mesmo dia à noite.
    • Ônibus: 1,6€ a maioria dos trajetos. Há distâncias que tem que pegar 2 ônibus e ai você paga os 2 dois (ficando 3,6€)
    • Refeições: 1 pita gyrus que é o sanduíche de churrasco grego custa 5€, em Thira encontra até por menos, um prato básico uns 10€, mais elaborado 15€ e o céu 🤣. Se seu budget estiver apertado o melhor valor para as refeições é na região de Thira.
    • Água de 1l: 1,6€ (média), aqui não tem água de torneira como em outros lugares da Europa, levamos nosso filtro da Sawyer e só nessa viagem ele já se pagou.
    • Vinho: 4/5 € taça do básico, os vinhos, mesmo pedindo em taças, são muito bons.
    • Bondinho: 6€ o trajeto, provavelmente você vai querer a ida e a volta!
    • Sítio Arqueológico: 12€
    • Noite em pousada simples em Oia: 45 € (aqui o céu é o limite) – casal
    • Noite em hostel: 25€ casal
    • Noite em hotel básico: 60€ casal
    • Sorvete: 3€ o de 1 bola
    • Passeio do Sunset de barco: a partir de 75€ (incluindo comida)
    • Taxi boat para Red Beach/White Beach: 10€ o dia todo

  • Grécia

    QUAL A MELHOR ÉPOCA PRA IR PARA AS ILHAS GREGAS (CÍCLADES)?

    Pensando em viajar para as ilhas Gregas Cíclades, como Santorini, Mykonos, Paros, Milos entre outras? Pois não deixe de se preparar principalmente em relação à qual época ir, caso contrário você pode perder viagem e não aproveitar suas férias!

    As ilhas mais conhecidas da Grécia estão divididas em 2 áreas, as ilhas Cíclades (as famosas Santorini, Mykonos e afins) e as Jônicas (que tem a famosa Navagio Beach). Aqui vamos falar do primeiro grupo de ilhas.

    Saiba que as ilhas gregas “funcionam” para os turistas de maio a outubro. Sendo maio o início de temporada, as coisas estão começando a funcionar e outubro o fim e muitas coisas já estão fechando. É o período mais barato sem dúvida, as temperaturas não são tão altas e você pode encontrar algumas coisas fechadas, mas não terá problemas em encontrar o básico, os locais estarão mais vazios e talvez seja isso mesmo que você queira curtir. Há quem more nas ilhas só entre esses meses, de novembro a abril a ilha sofre com tempestades de ventos e as temperaturas caem.

    Os meses de junho e setembro são meses de média temporada, a estrutura é quase completa, você encontra todo tipo de serviço ou tour, mas você tem as ilhas com menos pessoas, mais baratas e menos badaladas. Fica tudo no meio termo, não muito vazia, não muito cara. As temperaturas estão mais amenas, mas o frio não passa nem perto. Na nossa opinião os melhores meses pra visitar, ou seja, a melhor época para você conhecer as ilhas.

    Já os meses de julho e agosto bomba! É alta temporada, as ilhas estão cheias, para quem quer ver e ser visto! Os bares e baladas estão fervendo, o sol está no seu ápice! É pleno verão! Mas paga-se um preço por tudo isso e um bom preço. É o período mais caro nas ilhas e os preços chegam a subir 50%, é o momento do pé de meia dos trabalhadores. Acomodações e ferries devem ser reservados com antecedência, o ideal é até o carro que provavelmente você alugará você também reserve antes. Há quem ache que essa seja a melhor época para conhecer as ilhas.

    Bom, como vocês devem ter percebido, tudo depende do que você busca e do seu estilo de viagem. De qualquer forma os meses de novembro a abril devem ser evitados, algumas ilhas menores você não encontra nem acomodações nesse período e os ferries, que são os barcos entre as ilhas diminuem sua frequência e caso a previsão do tempo indique fortes ondas ou ventos os barcos não saem.

  • Colômbia

    O que fazer em San Andrés

    Nossa viagem pra San Andrés durou 4 dias, porém pudemos aproveitar mesmo 3 dias inteiros e vamos contar um pouquinho como foi essa experiência pra vocês.

    Nós nos hospedamos no Hotel Magic Hill, que já avisamos que não recomendamos, nós já sabíamos que o hotel era distante do centro da cidade e isso para San Andres não é muito bom, pois é do centro que saem todos os passeios e é lá que fica a praia mais badalada da cidade, a praia de Peatonal. Como o pacote que pegamos estava em promoção e o vôo + hospedagem com todas as refeições incluídas no carnaval ficou R$1.500 resolvemos encarar, mas saiba que se você pegar um hotel fora do centro você terá que pegar um taxi que custa 15.000 pesos (+ ou – R$17) ou um ônibus que custa 2.400 pesos (+ ou – R$3) até o centro. Além da localização o hotel não tinha chuveiro quente, os staffs eram extremamente mal educados, a comida não era boa, não tinha wi-fi, enfim… não recomendamos que vocês fiquem ali!

    Nós dividimos nossos dias disponíveis da seguinte forma: primeiro nós escolhemos o melhor dia para o mergulho, que como já explicamos nesse post aqui, não é indicado que seja feito no primeiro dia e não pode ser feito no último dia. Então deixamos o mergulho para o nosso segundo dia na ilha. Lemos que um dos principais passeios em San Andres era alugar um carrinho de golfe ou uma mule dar a volta à ilha, então deixamos para o primeiro dia para nos ambientarmos e já conhecermos um pouco do que o lugar tinha para nos oferecer. Para aproveitar melhor o segundo dia, depois do mergulho colocamos na programação a praia Peatonal e o vôo de parasail. E no terceiro dia deixamos para conhecer Jhonny Cay, o aquário, as matarrayas e os mangalares. Esse passeio foi o que menos gostamos, os lugares são lindos, mas a exploração ao turista deixa tudo um pouco chato. Mas muita atenção, não deixe para fazer esse tour na terça feira, pois é o dia que eles deixam as matarrayas descansar, esse passeio não é exploratório e os bichinhos estão soltos e aprecem se quiserem, por isso não precisa se preocupar.

    A ilha tem muito mais coisa a oferecer e se você for ficar mais tempo não deixe de conferir o roteiro com mais dias!

    Dica se este for seu destino de Lua de Mel: certifique-se de que o hotel tenha água quente. Não é comum ter na ilha hotéis com água quente, mas tem! E tudo que vocês querem nesse momento é não ter um banho quentinho para relaxar depois de um dia de praia!